segunda-feira, 11 de setembro de 2006

AEMO: 24 anos a pensar nas jornadas literárias.

A Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), que comemorou na passada-sexta o seu 24º aniversário, fê-lo a pensar nas jornadas literárias que prosseguem este ano com a ida a Tete, Niassa e Cabo Delgado. Segundo Aurélio Furdela, falando em nome do secretariado, é uma grande responsabilidade que pesa sobre nós, porque as jornadas literárias significam o dever de valorizar a leitura e a escrita por nossa parte.
Recorde-se que nas jornadas efectuadas em quase todas as províncias nos anos anteriores, os escritores ofereceram livros às bibliotecas escolares e públicas, promoveram debates sobre obras e vida de escritores moçambicanos e levaram a cabo declamação de poesia.
Vamos continuar com esse trabalho a partir deste mês.
Estão criadas todas as condições e na devida altura poderemos falar mais circunstaciadamente sobre esta questão.
Na sexta-feira um grupo de escritores reuniu-se na sede da agremiação, um encontro que contou com a presença dos músicos Hortêncio Langa e Salimo Mohamed, mas na qualidade de membros da AEMO.
Salimo, numa noite de grande inspiração, cantou de improviso, fazendo, em alguns momentos, um dueto com Alexandre Chaúque.
Foi igualmente uma noite que serviu para delirar com os dotes do escritor Marcelo Panguana, que pegou na guiatarra de Salimo e tocou, entre outras, uma música de Hortêncio Langa, que fez coro em algumas passagens.
Para os que lá estiveram, foi curto mas intenso.
Maputo, Quarta-Feira, 6 de Setembro de 2006:: Notícias

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