terça-feira, 15 de abril de 2008

Diversificando - Retrato da morte em Mianmar vence o Pulitzer !

(Clique na imagem para ampliar. Imagem original daqui)
  • NÃO EXISTE LÁGRIMA QUE TRAGA A VIDA...
    NÃO EXISTE DOR QUE CURE A SAUDADE...
    NÃO EXISTE FORÇA QUE DOMINE A LIBERDADE...
    NEM REVOLTA QUE NÃO CALE A OPRESSÃO !
    J L G, 15 de Abril de 2008.

'Fotografo para influenciar mentes', diz vencedor do Pulitzer Adrees Latif. Acima, foto de cinegrafista morto em Mianmar ganhou o maior prêmio de jornalismo dos EUA.Para Adrees Latif, saber que imagem pode ter influenciado pessoas foi "maior prêmio".

Amauri Arrais Do G1, em São Paulo, 15/04/2008 - 09h00 - Atualizado em 15/04/2008 - 11h08 - O repórter fotográfico Adrees Latif (nascido em Lahore, Paquistão em 21 de Julho de 1973) sacou sua câmera e disparou. No chão estava o cinegrafista japonês Kenji Nagai, que com uma pequena câmera registrava a repressão de tropas birmanesas aos protestos em Yangun, Mianmar, país asiático que está entre os mais fechados do mundo. Nagai morreria mais tarde. Mas a cena, que durou cerca de “dois segundos”, segundo seu autor, ganhou a primeira página de mais de 60 jornais pelo mundo em setembro de 2007.
“Para muitas pessoas, ver esta foto publicada mundo afora pode ter tido alguma influência e este é o meu maior prêmio. É por isso que eu quis ser repórter fotográfico. Para tentar influenciar mentes por meio de fotografias”, disse ao G1 o repórter da agência Reuters, vencedor do Pulitzer, prêmio mais cobiçado do jornalismo dos Estados Unidos, na categoria “Fotografia de Última Hora”. Aos 34 anos, Latif, que nasceu no Paquistão e viveu na Arábia Saudita antes de migrar aos 7 anos com a família para o estado norte-americano do Texas, acredita que a experiência de vida o fez “um jornalista melhor”. Acostumado a registrar conflitos por toda Ásia a partir de Bancoc, na Tailândia, onde vive atualmente, ele disse que jamais esquecerá o tiro fatal no colega em Mianmar. “Sempre penso nele e na sua família”.
  • Confira a seguir trechos da entrevista completa ao G1. - Aqui !

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