10/28/08

Moçambique - A ameaça da fome continua...

Apesar de parte da sociedade Moçambicana, que não compactua com os exageros, luxo e onstentação de determinadas "elites" estabelecidas principalmente em Maputo e sempre aceirando o poder, se aperceber, preocupar e procurar soluções que combatam esse flagelo originado por políticas equivocadas que ao longo do tempo foram agravando a situação de penúria das populações pobres e desamparadas (lembrando essencialmente as do norte de Moçambique e Cabo Delgado em seus pontos mais recônditos) e do apoio internacional que esta jovem nação vem recebendo, que também precisa ser questionado abertamente sobre a forma como essa ajuda é aplicada ou para onde é canalizada, a fome continua alastrando e ameaça ampliar o número de vítimas entre a população, conforme transcrevo do G1(Globo.com):

""Fome ameaça mais de 300 mil pessoas em Moçambique.
Maputo, 27 out (EFE). - O ministro de Administrações Públicas de Moçambique, Lucas Chomera, anunciou hoje que a fome ameaça mais de 300 mil pessoas em seu país, e que, portanto, precisam de ajuda urgente para atenuar a situação.

O Ministério de Administração junto com o Programa Mundial de Alimentação (PMA) lançou um apelo para que as agências que atuam no país contribuam com assistência humanitária.
Moçambique, segundo alguns cálculos, tem um déficit de produção de arroz de cerca de 200 mil toneladas, causado pelas secas e as inundações que atingiram no último ano a região sul do país.

Apesar de a crise de alimentos poder se prolongar até abril de 2009 segundo o Instituto Nacional de Gestão de Catástrofes (INGC), Chomera descartou a possibilidade de fazer um apelo internacional.

O Governo de Moçambique precisa de US$ 13 milhões (cerca de 10 milhões de euros) para comprar 18 mil toneladas de arroz, e o PMA já anunciou que enfrenta sérias carências de recursos para poder realizar a assistência humanitária solicitada.
- EFE.(rb/fal) - G1-Mundo.

10/27/08

Ecos da imprensa Moçambicana - Nos cinquenta anos de Pemba...

Segundo o Notícias-Maputo desta manhã, assim aconteceu o aniversário de cinquenta anos da cidade de PEMBA:

""Emoção e muita animação foi a radiografia feita pelos pembenses, turistas nacionais e estrangeiros que não quiseram perder a oportunidade de ver “in loco” aquele momento ímpar.
E o pretexto foram os cinquenta anos da terceira maior baía do mundo, que seduz inúmeras figuras do universo até de Hollywood, nos Estados Unidos, fazendo com que eles se sintam cada vez mais apaixonados pelas límpidas águas daquele ponto do país.

Várias foram as opções para cada um se fazer presente à Baía de Pemba. Houve quem de boa vontade preferiu juntar-se a uma caravana composta por mais de cinquenta turistas nacionais entre eles jornalistas, grupos musicais, até famílias inteiras que, através do convite da Associação dos Naturais e Amigos de Cabo Delgado, seguiram via terrestre até ao local da grande festa que já prometia. Esta foi uma viagem em que os ocupantes do autocarro acabaram transformando-a numa odisseia cheia de emoção, o que permitiu que se transformasse num ambiente familiar, humorístico e amistoso ao longo do percurso. Curiosamente, foram necessárias 50 horas e mais de cinco mil quilómetros, para se chegar ao destino sem que se registasse avaria alguma ou imprevistos.

Chegados à cidade pretendida já pela madrugada do segundo dia e meio, todas as condições estavam criadas.

Dia 18 de Outubro. Logo pela manhã, data em que ela foi elevada à categoria de cidade há 50 anos, a urbe foi aplaudida calorosamente pelas suas gentes em várias actividades culturais que justificaram a efeméride incluindo a realização do “Miss, Pemba” que infelizmente terminou mal, porque foram anunciados prémios de que as vencedoras não chegaram a usufruir na íntegra, caso concreto da viatura Kia Picanto ou Volvo, prometida e que não chegou a ser entregue à vencedora.

À noite, chegou o tão grande momento anunciado: apresentação pública da obra “As Inconfidências dos Homens”, segundo livro da jornalista radiofónica Rosa Langa.

O jardim do “Pemba Beach”, prestigiado complexo turístico, esteve ornamentado ao requinte sob a coordenação da Associação dos Naturais e Amigos de Cabo Delgado. Várias foram as figuras presentes no local, destacando-se o general na reserva Alberto Chipande.

Alberto Chipande usou da palavra para falar da celebração das bodas de Ouro da cidade e homenagear a autora do livro.

A cantora Júlia Mwitu brindou o público presente na festa com o seu tema “Pemba” e os grupos tradicionais islâmico Damba, cujo líder é um dos entrevistados no livro “As Inconfidências dos Homens”, e "Massacre de Mueda" e a Academia de Dança Tropical também marcaram presença no acto, tendo se deslocado de Maputo a Pemba a propósito.

A apresentação do livro da escritora e jornalista cultural da Rádio Moçambique Rosa Langa foi feita pelo Professor Doutor Mateus Katupha, igualmente prefaciador da obra.

Falando no acto, a jornalista agradeceu aos presentes, em particular à equipa de produção que ajudou-a na concretização de um sonho: produzir a segunda obra. Falou ainda do seu filho Pedro Langa, que foi responsável pela digitação da obra e o apresentou como seu assessor particular.

No domingo, a festa continuou em grande, com a exposição-venda de gastronomia típica de Moçambique, muito concorrida até ao anoitecer pelos naturais e turistas.
- In Maputo, Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2008 :: Notícias.
  • Pemba é cidade hà 50 anos. Parabéns PEMBA - Aqui!

Hadijatou Mani - A ex-escrava do Niger é símbolo de luta e coragem !

Um exemplo contra a vergonha da escravatura em África e no mundo. Transcrevo da BBCParaÁfrica.com de 27/10/08:

""... O tribunal decidiu a favor de Hadijatou Mani, que afirma que foi vendida com doze anos e forçada a trabalhar durante dez.
Um juiz ordenou que o governo, que diz que fez todos os possíveis para irradicar a escravatura, pague a Mani 10 milhões de francos CFA, o que equivale a cerca de 19 mil dólares.
Apesar de ser proibída por lei, a escravatura persiste noutros estados da África Ocidental.
Mani foi citada como tendo dito aos jornalistas que estava "muito contente" com a decisão dos jornalistas.
O correspondente da BBC para a África Ocidental, Will Ross, afirma que a decisão jurídica é embaraçosa para o governo do Niger e envia uma mensagem forte, que é preciso um maior esforço para acabar com a escravatura.
Este caso pode também ter consequências importantes para milhares de outras pessoas que podem estar a ser escravizadas por toda a região, acrescenta.

Cativa
Mani, que tem agora 24 anos, afirma que foi vendida a um homem chamado Souleymane Naroua, quando tinha apenas 12 anos, por um valor equivalente a 500 dólares.
Ela diz que foi forçada a fazer tarefas domésticas e trabalho agrícola durante dez anos.
Mani acrescenta que foi violada com 13 anos e obrigada a ter os filhos de Naroua.
"Fui espancada e muitas vezes fui ter com a minha família que passado um dia ou dois me levava de volta para ele", disse Mani à BBC.
"Na altura não sabia o que fazer mas quando ouvi que a escravatura tinha sido abolida, disse a mim própria que não seria mais uma escrava."
Em 2005, Souleymane Naroua libertou-a e deu-lhe um "certificado de aforro", conforme dá conta a Anti-Slavery Internacional, que a ajudou a apresentar o caso à justiça.
Mas quando ela o deixou e tentou casar com outro homem, Naroua disse que ela era casada com ele.
Um tribunal local decidiu a favor de Mani e ela avançou com o novo casamento.
Mas depois de um recurso, ela foi condenada a seis meses de prisão por bigamia.

Justiça
Ela levou o seu caso ao Tribunal de Justiça da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental ou CEDEAO, no início deste ano.
Mani acusou o governo do Niger de não a conseguir proteger contra a escravatura, que foi criminalizada há cinco anos.
Uma organização local que luta para o fim da escravatura afirma que há mais de 40 mil escravos no NIger. Mas o governo diz que estes números são exagerados.
A decisão do tribunal da CEDEAO poderá ter repercussões em todos os 15 estados membros.
Durante gerações, os filhos de uma escrava tornavam-se automaticamente propriedade do seu detentor.
Mani afirma que uma das razões que a levou a avançar com o processo legal foi para assegurar a liberdade dos seus filhos.
A escravatura é também praticada no Mali e na Mauritânia.

Navio PEMBA - Lembram-se dele ?...

Segundo o ShipStamps.co.uk o navio Tenos, construída como navio de carga pelo estaleiro naval Zosen Mitsui Engineering Co. Ltd., Tamano, Japão para Rederi A / B Sirius, Helsingborg, Suécia foi em 21 Setembro 1960 lançado à água sob o nome TENOS, com velocidade máxima de 16 nós e podendo alojar em simultâneo 12 passageiros.

Em Julho de 1970 foi vendido à Comp. Nacional de Navegação em Lisboa, Portugal e renomeado PORTO AMÉLIA tendo sido transferido em 1972 para a Comp. Moçambicana de Navegação na então Lourenço Marques.

Com a independência de Moçambique em 1975 seu nome foi alterado para Pemba, assim como o nome da empresa parece-nos ter mudado para EE Navique Empresa Moçambicana de Navegação, que o vendeu para o Paquistão em 1986 para desmonte.

Saiu em 23 de julho de 1986 do porto de Maputo, rebocado, com destino a Karachi onde parece ter chegado em 07 de Setembro de 1986... (Fontes: Hillerström's 1891-1976 por Tomas Johannesson. Navicula e Marinhas Notícias-ShipStamps.co.uk.).

Encontrei também no blogue SHIPS & THE SEA - BLOGUE dos NAVIOS e do MAR em post de 24 de Fevereiro deste ano:

""O navio de carga português PEMBA, que operava na cabotagem em Moçambique desde 1996, foi vendido pela Transinsular (East Wind - Transportes Marítimos, Lda., Madeira) à companhia World Shipping Management Corporation, de Miami e entregue em Lisboa a 29-11-2007, data em que se passou a chamar SILVY e foi registado no Panamá (World Neptune SA, Panamá).

O PEMBA entrou em Lisboa pela última vez a 29-08-2007 procedente de Durban e foi substituído na costa de Moçambique por um navio afretado de maior capacidade. Esteve imobilizado no Seixal até Novembro quando veio para Lisboa permanecendo atracado a Santa Apolónia até ser entregue aos compradores. Trata-se de uma empresa propriedade de um emigrado cubano sediado e Miami, que opera navios nas Caraíbas. Construído na Alemanha pelo estaleiro Buesumer Werft (construção nº 2034), foi acabado em Junho de 1986 e chamou-se KAROLA S até 1992, e depois JETTY (1992-1996) e PEMBA (1996-2007).

Com 2.726 TAB e 2.958 TDW, o PEMBA tem capacidade para 204 contentores de 20 pés. O PEMBA é gémeo do SONGO, construído no mesmo estaleiro em 1985 e comprado pela Soponata em 1996 para operar em Moçambique. O navio foi posteriormente adquirido pela Transinslar e ainda se encontra na costa oriental de África ao serviço da Navique, empresa gerida pela Transinsular"".(Imagens e post em Ships & The Sea).

Deduz-se pelos textos acima das duas fontes, que existiram ou existem dois navios Pemba percorrendo os portos da costa moçambicana. Ficariamos gratos se algum leitor com conhecimentos sobre o navio Pemba e factos da história da navegação comercial desde os tempos de Moçambique colónia, colocasse por aqui, como comentário, informações adicionais a respeito.

  • Duas imagens sobre o navio Porto Amélia (ex-Tenos) aqui!

10/24/08

Moçambique piora bastante no ranking da Liberdade de Imprensa.

(clique na imagem para ampliar)

Moçambique ocupa o 90º. lugar no ranking da liberdade de imprensa 2008, elaborado pela Repórteres Sem Fronteiras(RSF), divulgado ontem. No ano passado Moçambique ocupou o 73º. lugar. A lista continua a ser liderada pela Islândia, acompanhada pelo Luxemburgo e pela Noruega.

Nos últimos lugares estão novamente a Eritreia, a Coreia do Norte e o Turquemenistão.

Os países africanos melhor posicionados que Moçambique são, a Namíbia em 23º. , Ghana e Mali, 31ª. e África do Sul em 36º.

Moçambique está a frente de países como Angola ,116º., Zimbabwe, 151º., Sudão, 135º. e Eritreia, 173º..

Entre as razões a apontar para descida de Moçambique à 90ª. posição, o que corresponde a uma perca de 27 lugares, concorrem os processos judiciais contra os jornalistas, movidos durante o corrente ano , com destaque para o processo desencadeado pelo Dr. Augusto Raul Paulino, Procurador Geral da República, contra o semanário Zambeze por este jornal ter noticiado, repetidamente, que corria um processo criminal (12/2007-C) em que ele era “arguido. Esta situação despoletou várias intervenções, com destaque para a indignação da mexicana Lydia Cacho Ribeiro, vencedora do Prémio Anual de Liberdade de Imprensa – UNESCO 2008, que considerou tais atitudes como típicas de regimes intimidadores do jornalismo investigativo.

Também, concorreu para a má imagem de Moçambique, à célere acusação e julgamento dos jornalistas do semanário Zambeze que por questionarem a nacionalidade da primeira ministra, Luisa Diogo, foram acusados pelo Ministério Público de pratica de crime contra a segurança do Estado. Na sentença desse julgamento, acabou por ser afastado o crime contra a segurança de Estado, mas foram aplicadas medidas punitivas.

Na sua avaliação de 2008, a Repórteres Sem Fronteiras considera que a democracia não garante necessariamente a liberdade de imprensa. A organização refere que alguns países – como os Estados Unidos da América, 119º., e Israel, 46º., estão a ajudar a corroer a liberdade de expressão em nome da segurança contra o terrorismo.

Por outro lado, a Repórteres Sem Fronteiras assinala que não é a prosperidade económica que garante uma maior liberdade de imprensa, mas sim a paz.

A Repórteres Sem Fronteiras considera que em África, com o fim das guerras está a melhorar a liberdade de expressão “de cada vez que uma guerra acaba, a liberdade de imprensa e a situação dos direitos humanos melhora”.

Destaca ainda que alguns líderes africanos já compreenderam as vantagens para os seus países, derivadas da liberdade de imprensa.

A China continua entre os dez piores países em termos de liberdade de imprensa.
- MediaFax, Redacção, Maputo, Quinta-feira, 23.10.08 *Nº4150.

Post's sobre o mesmo assunto:

10/20/08

Mundo Lusófono - "Magalhães", um computador pouco português e a poesia popular...

Apresentado com pompa e circunstância em Portugal, trata-se de um produto totalmente idealizado pela Intel.

Foi anunciado como o primeiro computador português, mas não é bem assim. O Magalhães é originalmente o Classmate PC, produto concebido pela Intel no sector dos NotBooks, que surge em reacção ao OLPC XO-1, que foi idealizado por Nicholas Negroponte.

Será, no fundo, um computador montado em Portugal, mais propriamente pela empresa JP Sá Couto, em Matosinhos. Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.

Este computador ultraportátil já está à venda em vários países, inclusivamente o Brasil, mas nem sempre é conhecido pelo mesmo nome. A ideia não é portuguesa, mas irá dar postos de trabalho na montagem dos componentes. Também permitirá manter bem viva a acção das empresas de comunicações, que irão fazer mais alguns milhares de contratos de acesso a Internet. São 500 mil portáteis disponíveis para as crianças dos seis aos dez anos. Um agrado para os mais novos, que com certeza também satisfará os pais... ...

  • Leia o post na íntegra aqui !

Entretanto, o senso crítico da população lusa, com viés poético, julga e declama, segundo me informam por e.mail:

Migalhães - Poema de Luís Costa

Lá vem pelo avelar
O filho do Manel João
Vem do centro escolar
Cansado de palmilhar
A caminho da povoação

Não há médico na aldeia
E a antiga escola fechou
Não tem carne para a ceia
Nem petróleo para a candeia
Porque o dinheiro acabou

O seu pai foi para França
Trabalhar na construção
E a mãe desta criança
Trabalha na vizinhança
Lavando pratos e chão

Mas o puto vem contente
Com o Migalhães na mão
E passa por toda a gente
Em alegria aparente
De quem já sabe a lição

Um senhor muito invulgar
Que chegou com mais senhores
Veio para visitar
O novo centro escolar
E dar os computadores

E lá vem o Joãozinho
No seu contínuo vaivém
Calcorreando o caminho
Desesperando sozinho
À espera da sua mãe

Neste país de papões
A troco de dois vinténs
Agravam-se as disfunções
O rico ganha milhões
E o pobre Migalhães.

Observação - Significado em língua portuguesa de "Migas" (que compõe a palavra "Migalhães"): partir em migalhas, esfarelar (o pão no caldo). Tipo de alimentação usada pela população portuguesa menos favorecida económicamente.

- Post's anteriores sobre o laptop popular "Magalhães":

  • Mundo Lusófono - "Magalhães", um computador pouco português. - Parte 2 - Aqui!
  • Mundo Lusófono - "Magalhães", um computador pouco português. - Aqui!
  • "Magalhães" - Primeiro laptop popular português sairá em Setembro. - Aqui!
  • "Magalhães" - quem vence a guerra dos portáteis para crianças? - Aqui!

Novembro trará literatura luso-moçambicana a Ouro Preto - Brasil.

Segundo Marina Rievers escreve no "Portugal Digital" de hoje, acontecerá na histórica Ouro Preto (Brasil) o Fórum das Letras, marcado para os dias 5 e 9 de novembro onde se vai discutir o tema "mistério na literatura" em encontro literário que reunirá alguns dos maiores escritores de agora e também de Moçambique:
""Ouro Preto - Ficção e realidade são elementos que estão, mais uma vez, prestes a ser incorporados pela paisagem de Minas Gerais. Entre os dias 5 e 9 de novembro, o estado brasileiro recebe a quarta edição do Fórum das Letras de Ouro Preto, encontro literário que vai reunir, no mesmo cenário, alguns dos maiores escritores da atualidade.
Com o tema “O mistério na literatura”, o evento quer abordar três vertentes do assunto: o enigma do ser, fonte da literatura e das artes; a questão da interpretação, ou seja, o jogo de ocultamento que a maior parte dos autores desenvolve para dominar as expectativas e os desejos do leitor; e o mistério por si só que originou o estilo literário noir. Para falar sobre o assunto, está prevista a participação de autores como João Gilberto Noll, Moacyr Scliar, Luiz Ruffato, Eric Nepomuceno, Márcia Tiburi e Tatiana Salem Levy, que vão se juntar aos internacionais Francisco José Viegas (Portugal), Willian Gordon e Peter Robinson (Estados Unidos), Azriel Bibliowicz (Colômbia) e Giovanni Ricciardi (Itália), entre muitos outros.
A diversidade de nacionalidades, portanto, é uma das características que marca a seleção de autores escolhidos para participar do evento, dentre os quais também se destacam Daniel Bensaid (França) e Nelson Saúte (Moçambique)... ...""
  • O notícia integral sobre o evento, Aqui!