7/20/06

Ilha do Ibo.


Imagem cedida por Carlos Lopes Bento e que retrata Irís Maria, Miss Cabo Delgado, Moçambique e Portugal, em 1972, nascida na bela Ilha do Ibo e fruto da miscigenação do seu povo.
De pequenas dimensões a Ilha do Ibo tem 10 kms de comprimento e apenas cinco de largura. Esta ilha e sua pequena urbe do mesmo nome têm a sua história bem ligada aos primórdios da formação de Moçambique.
O Ibo já foi no século XVII e antes da Ilha de Moçambique a capital desta vasta zona litorânea e do interior Leste africano que os portugueses dominavam a partir da sede do seu império do Oriente: Goa.
Estrategicamente situada, a sua localização permitia controlar o comércio árabe na região. Cientes desta situação outros países europeus da época, como Holandeses e Franceses, tentaram por várias vezes conquistar a Ilha. Por isso a construção ainda nos finais do sec. XVIII (1791) da grande fortaleza do Ibo.
Este percurso militar e comercial trouxe muita gente de diferentes paragens do mundo para esta pequena Ilha do Indico.
E esta presença se testemunha ainda hoje pela bela e espantosa miscigenação da sua população.
Maria Mhaigue -Espaço Moçambique.

Veja mais sobre o Ibo e Arquipélago das Quirimbas em: http://br.geocities.com/quirimbaspemba/

7/18/06

Cabo Delgado e Nampula: Mensagens sobre HIV/SIDA nas mesquitas.


Mulheres professando a região muçulmana em Nampula poderão vir a beneficiar nos próximos tempos, de um programa de sensibilização sobre o perigo do HIV/SIDA, no quadro de uma acção que está a ser levada a cabo pela Associação Luta Contra Pobreza.
A iniciativa lançada em Fevereiro último, em Pemba, consistiu numa primeira fase, na formação de 23 activistas representando diversas mesquitas da província de Cabo Delgado.
Actualmente, este grupo faz a disseminação sobre a doença em todas as quartas-feiras, estando a cobrir um universo de cerca de 500 mulheres muçulmanas.
Rabia Valigy, coordenadora geral da organização não-governamental Luta Contra Pobreza não avançou os valores envolvidos no programa iniciado em Pemba, mas condiciona a sua extensão para Nampula à disponibilização de financiamentos por parte dos parceiros.
Avalia, entretanto, ter notado em Pemba, uma considerável abertura por parte das comunidades abrangidas, mesmo considerando que a província é a que apresenta menos taxa de seroprevalência e com a maioria da população a professar a religião muçulmana.
A fonte referiu que para além da disseminação de mensagens sobre a pandemia, foram distribuídas sementes de hortícolas a 123 mulheres de Murrebwe, numa acção que tem em vista a melhoria da dieta alimentar das populações.
Também está prevista a abertura de uma machamba com 10 hectares para o plantio de cajueiros e da jatropha, iniciativa essa que é financiada pela Embaixada dos Estados Unidos da América.
Ainda nesta primeira fase do programa foram oferecidas fraldas descartáveis em quantidades não reveladas aos serviços de pediatria do Hospital Provincial de Pemba, onde as autoridades fizeram um apelo no sentido de a associação e outros membros da sociedade civil apoiarem a alimentação das crianças infectadas pelo HIV e que sofrem de problemas nutricionais.
Ainda na tentativa de chamar atenção às pessoas sobre a problemática da pandemia, foi realizada recentemente em Pemba, uma marcha na qual participaram mais de 500 mulheres. Rabia Valigy justifica que a escolha da comunidade muçulmana na disseminação destas mensagens prende-se com o facto de se ter entendido que a problemática do HIV/SIDA constituía um tema que estava a ser dificilmente discutido dentro das mesquitas.
Maputo, Terça-Feira, 18 de Julho de 2006:: Notícias

7/17/06

Pemba - Três irmãs ficam paralíticas depois do parto (2)



Dizem-nos, com sentimento, ainda sobre este "post" (Três irmãs ficam paralíticas depois do parto) de 6 de Julho corrente:

"...e as lágrimas apareceram quando vi a notícia do Burai.
Sabes que desde que voltei a primeira vez a Pemba fui procurá-lo e encontrei-o no Hotel Cabo Delgado a fazer de mainato, o que passámos para encontrá-lo....foi nosso cozinheiro era eu pequenita...andamos a procurar saber como arranjar cadeiras de rodas para as filhas.
Sabes que parece que ficaram assim por causa das injecções que levaram no parto.
É outro grande problema em Moçambique, as agulhas para a anestesia epidural, que só podem ser usadas uma vez e deitadas fora porque são de um material plástico e ficam rombas, usam-nas mais que uma vez e provocam paralisia...foi-me contado por uma médica amiga que esteve no hospital central de Maputo...
=========
De Glória de Sant'Anna para Burai Salihina (referido nos "posts" acima) :
quando chegaste vinhas
hesitando
como quem corta o vento
-
não sabendo
se haveria lugar
para o que querias
-
o sossego da casa
as frases breves
de uma outra língua
-
mas hoje anos passados
sentas-te ao sol coado
na varanda
lendo o teu alcorão
-
sem que ninguém te impeça
de seres um dia chefe
e de quereres fazer serviços de homem
para sujar as mãos
-
In "Algures No Tempo".

II FNCMT: Pemba organiza-se !


Todos os obstáculos foram definitivamente ultrapassados. A cidade de Pemba está a fazer os últimos acertos para receber, de 26 a 30 de Julho corrente, o II Festival Nacional da Canção e Música Tradicional.
De acordo com a Direcção Nacional da Cultura, encontram-se já na capital provincial de Cabo Delgado, técnicos da instituição para prepararem a cerimónia de abertura, um acto que é aguardado por todos os participantes com a maior expectativa.
Segundo fonte daquela instituição subordinada ao Ministério da Educação e Cultura, o festival terá a participação de 366 elementos que virão de todas províncias do país, os quais serão acompanhados por um total de 42 técnicos.
Este festival constituirá, segundo os organizadores, um momento de reforço da unidade nacional. É um evento que se realiza como resposta aos esforços do governo moçambicano com apoio de sectores económicos que têm contribuído para o desenvolvimento de Moçambique.
O ministro da Educação e Cultura, Aires Ali, lançou recentemente um apelo à sociedade moçambicana e não só, no sentido de encontrar contribuição para o sucesso da realização canalizando os seus apoios.
Essas ajudas foram, em parte, conseguidas, não querendo isso dizer, entretanto, uma auto-suficiência do festival.
Sendo assim, quaisquer apoios que possam ainda aparecer "serão bem vindos".
Para o apoio deste festival "incentivamos e estimulamos a participação dos que têm contribuído financeira ou materialmente na divulgação e preservação dos nossos valores tradicionais e contemporâneos.
Essas contribuições podem ser feitas no âmbito do mecenato, em que quem apoia também tem benefícios, neste caso fiscais", explicou o governante.
Em Moçambique existe desde 1994 uma Lei de Mecenato, através da qual o Estado quer fomentar o incremento da produção artística e da riqueza cultural do nosso país.
À luz deste instrumento jurídico, o mecenas, se for por exemplo um agente económico, tem benefícios fiscais, a que deverão requerer ao governo.
Entretanto, muitos possíveis mecenas não têm noção deste bem que podem fazer às artes e cultura (e também ao desporto) no país.
Para contornar a situação, o ministro Aires Ali lançou o desafio de o país vir a ter um clube de mecenas da área da cultura, o que, segundo justificou, asseguraria a complementaridade, melhor planificação e monitoria das actividades do sector.
Maputo, Quarta-Feira, 12 de Julho de 2006:: Notícias
SIDA COMO LEMA.
O festival acontece num momento em que os esforços da sociedade moçambicana estão virados para o combate à pandemia do HIV/SIDA.
Sendo assim, e porque através da cultura se pode veicular mensagens para combater o mal, os organizadores do evento escolheram como lema "Celebrando a Diversidade Cultural Livres do HIV/SIDA".
Importa lembrar que foi apurado para a fase nacional do festival um total de dez grupos, nomeadamente Makuru Kuriba (cidade de Maputo), o da Manhiça (província de Maputo), de Xai-Xai (Gaza), Maxixe (Inhambane), Dondo (Sofala), Manica (Manica), Namacurra (Zambézia), Angónia (Tete) e Kanakari (Nampula), faltando ainda os de Cabo Delgado e Niassa.
Maputo, Terça-Feira, 11 de Julho de 2006:: Notícias

7/16/06

Sons de PEMBA...e outras coisas também !



Do Bar da Tininha (Yahoo):

Neste fim de semana, outra vez Pemba vai delirar, dançar, cantar, rir, porque de novo o "Tambu Tambulani Tambu", em segunda edição, vai levar a efeito o festival que desde o ano passado leva o nome de "Tambu".
Muita canção e dança tradicionais, teatro, e desta vez também uma exposição de obras de diferentes artes que por cá acontecem.

Maputo, Sábado, 15 de Julho de 2006:: Notícias

É a malta de Victor Raposo em alta, é o bairro Nanhimbe que vai fervilhar ao mesmo tempo que a capital provincial, a cidade de Pemba, vai se organizando mais, treinando mais para o embate de mais logo, no Festival de Canção e Música Tradicional que trará à baía do Wimbe o país todo. Vamos ver neste fim de semana, para além do próprio "Tambu Tambulani Tambu" os "Novos Horizontes", a ASUMO, o Grupo Acrobático, o Tamba de Paquitequete, os "4H", entre outros. Raposo desta vez não convidou grupos de outras províncias, como foi na primeira edição e justifica que o "Tambu Tambulani Tambu" vai fazer este festival do tamanho zero, conforme o seu orçamento e não vai ser por isso, competitivo.
As despesas mínimas serão suportadas pelos bolsos dos associados que por ora se desdobram a buscar sensibilidades dos agentes económicos locais, poucas vezes cooperativos.
Vai ser na cidade onde, mais uma vez, se nota um movimento invulgar de gente com farda militar, que a pouco e pouco vai metendo o nariz em seara alheia, patrulhando os bairros da cidade e cometendo alguns desacatos que urge travar ainda no ovo.
Passamos várias vezes por comportamentos de militares que deixam muito a desejar, desde espancamentos a pessoas em locais públicos com o uso da farda e arma, que não gostaríamos que voltassem a tais tristes cenas, como acontece aqui, na vizinha Nampula, onde se discute a responsabilidade no caso do baleamento de um jovem da Escola Secundária 12 de Outubro, numa acção protagonizada por militares .
Está a haver muita mistura entre os polícias e os famosos comunitários, agora também o Exército quer pedir identificação aos cidadãos, quer mandar fechar barracas por alegadamente ser alta noite, quer mandar parar pares de namorados...onde estamos, afinal?
São comportamentos a melhorar antes que o grande festival nos encontre em contrapé, se bem que a segurança é o bem com que ficamos depois de assaltadas as ilhas e praias de Cabo Delgado.
PEDRO NACUO
PS: De regresso a Pemba, depois de perto de 40 dias de férias, é chegada a vez de nos alimentarmos das "fofocas" que muitas vezes acertam.
Há muitas novidades!

7/13/06

CPLP permanece falida, decrépita e inoperativa...


Cimeiras como a de Bissau servem para quê?
Copiem-se, ao menos, os exemplos da Francofonia e da Commonwealth, se quiserem salvar a Lusofonidade e os cerca de 220 milhões de falantes de português.
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), cuja presidência actual é de São Tomé e Príncipe, vai reunir-se em Cimeira de amanhã e até ao dia 17.
Espera-se que o papel dos indivíduos passe a figurar nas agendas das Cimeiras da CPLP.
Dez anos depois, qual é o real papel da CPLP?
E mais concretamente o que é a CPLP?
Esta segunda pergunta pode parecer provocadora, mas impõe-se.
Há tempos, durante um lançamento de uma obra de um angolano, por sinal alguém que já teve não só responsabilidades governativas como no governo de um Banco Central fazia esta mesma pergunta “CP… quê? Ah! Sim uma tal CPLP e uma tal Lusofonia”.
Um desabafo que vale o que vale mas que não deixa de ser sintomático por ter vindo de quem veio.
E de quem é a culpa?
Única e exclusivamente dos Governos nacionais que nada fazem para proteger nem a CPLP nem a Lusofonia, ou como alguém recentemente propôs, a Lusofonidade (este termo deve-se aos criadores da Guinendade, uma organização de jovens, liderada pelo engenheiro guineense Evaristo Costa, e vocacionada para a gente CPLPliana.
Mas também é culpa da própria CPLP.
Basta, para isso, ver como está – ou não está – o portal da CPLP.
Ora está completamente desactualizado, ora está em manutenção, ou, como afirma o jornalista angolano-português Orlando Castro, com a inteligência irónica que o caracteriza, … em manutenção.
Só para ver alguns exemplos da inoperacionalidade do portal cplpliano, em meados deste semestre, mais concretamente m Março passado, se visse anormalidades como “Kumba Yala ser presidente da Guiné-Bissau”; um artigo proveniente de Angola, na secção de “Actualidades” sob o título “Associação defende união de congéneres lusófonas numa federação”, datada, pasme-se, de 11.07.2005; com a mesma data, e proveniente do Brasil, um artigo intitulado “Presidente Lula da Silva condena atentados terroristas” ou que na Guiné-Bissau “Sanhá inicia campanha para a 2ª volta em Bissau e Nino no interior”.
São necessárias mais palavras?
É evidente que não; e quem perde é a Lusofonidade e os cerca de 220 milhões de falantes de português.
É escusado afirmar-se como fez Fernando Pessoa, “que a minha Pátria é a Língua Portuguesa” ou aplaudir a tese do brasileiro Sílvio Romero que defendia, em 1902, que o Brasil e Portugal (na altura ainda com as colónias) deviam formar uma federação tendo como ponto fundamental a língua; também não vale a pena sublinhar as palavras do professor catedrático, Fernando Cristóvão, ao defender a língua portuguesa como o elemento mais seguro para garantir a continuidade da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Não! não vale a pena fazê-lo.
Porque a minha Pátria é Angola; é Brasil; é Cabo Verde; é Guiné-Bissau; é Moçambique; é Portugal; é São Tomé e Príncipe; é Timor-Leste.
Porque se não o é, como se explica o marasmo por que passa a CPLP?
Só porque alguns Estados ou comunidades não autónomas, que falam português ou crioulo-português – relembrava que um site, não oficial, CPLP.net (O Mundo da Lusofonia), aparecem além dos países que formam a CPLP, 4 territórios não-autónomos e não-membros da CPLP, Macau, Cabinda, Galícia e Casamance, mais a pouco democrática (aqui quem não tiver pecados que atire a primeira pedra) Guiné-Equatorial que deverá entrar este ano como membro observador-associado –, querem pertencer a esta organização supranacional que a vamos caracterizar como evolutiva e dinâmica.
É evidente que não.
Não sejamos utópicos.
A CPLP está falida técnica e financeiramente.
Vai realizar uma Cimeira mas, como afirmou, atempadamente, Jacira Gomes, a Relações Públicas e porta-voz da Comissão Nacional Preparatória do Secretariado Executivo da VI Cimeira CPLP, este evento, a efectivar-se, verá algumas das iniciativas pensadas não se realizarem por falta de garantias de financiamento.
Um mal que padece desde o tempo do angolano Marcolino Moco, ou seja, quase desde o início, há 10 anos.
E depois, além destas interessantes Cimeiras que permitem aos Chefes de Estado e de Governo lusófonos conviverem uma vez de tempos em tempos e dizerem que a CPLP existe, ou a organização de uns torneiozinhos desportivos para crianças, quando vemos a Francofonia e a Commonwealth organizarem torneios desportivos sérios – tão sérios que alguns países saíram destes torneios para ganharem provas olímpicas – enquanto os nossos atletas raramente surgem nos patamares desportivos mais altos ou por dificuldades financeiras ou porque não conseguem ser descobertos e lapidados.
Mas não está só falida.
Está decrépita e inoperativa.
Como se entende que depois de ter sido “celebrada” pela sua pronta intervenção, a par de Angola e Nigéria, na resolução do conflito santomense nunca mais fez nada em prole da resolução de conflitos como se impunha.
Nada fez na Guiné-Bissau; aparecia quando já tudo estava arrumado, ou quase; nada fez, até agora – e a sua presença agora só será motivo de chacota – em Timor-Leste deixando a resolução do problema para os Australianos – como estes bem, e desde o início, o desejaram.
E Timor-Leste é um caso paradigmático da inoperância cplpliana.
Só chegaram quase 2 meses depois do início do conflito; chegam quando o problema parece estar em vias de resolução; são “recebidos” por uma delegação de alto nível brasileira – que deverá ter no país não mais que cerca de 150 imigrantes – chefiada pelo subsecretário de Política do Itamaraty, embaixador Pedro Motta Pinto Coelho, e que também vai renovar a disposição do Brasil em continuar com o programa de cooperação nas áreas educativa, judiciária e militar, entre outras.
De quem é a culpa?
Da CPLP ou será mais dos seus dois principais financiadores: Portugal e Brasil? de São Tomé e Príncipe que preside à Comunidade? Talvez seja, mas é-o também dos outros Estados-membros que não souberam – ou não quiseram – exigir a pronta intervenção da CPLP.
Não esqueçamos que a maioria dos países signatários da CPLP são, igualmente, membros efectivos ou observadores de outras organizações mais fortes e credíveis, como a Comunidade dos Estados da África Central ou Ocidental – e por extensão da Francofonia –, ou da Commonwealth da Nações (Comunidade Britânica), ou da União Europeia – e como tal subordinada, por vezes, aos ditames da Política Externa Comum – ou querem ser membros de pleno direito do Conselho de Segurança das Nações Unidas e, por tal facto, não se querem “queimar”.
Como escrevia há poucos dias Orlando Castro, é tempo de acabar com esta CPLP.
A VI Cimeira pode tornar a CPLP na fénix que se deseja e almeja.
Para isso é necessário que os Chefes de Estado e de Governo e os seus Ministros de Relações Exteriores parem um pouco não para degustar das magníficas iguarias guineenses mas para pensar e procurar saber o que realmente se quer da CPLP.
Uma organização de fachada com uma bandeira discreta, mas bonita, ou uma organização interventora e com objectividade?
Cabe a eles decidirem.
Mas decidam depressa para não acontecer frase como “CP quê? Ah! Sim uma tal CPLP e uma tal Lusofonia…” proferidas por um intelectual angolano que já teve responsabilidades governativas e bancárias, ou que não aconteça um dia os responsáveis políticos lusófonos acordarem e verem que pelo facto da Instituição, que deveria ser o organismo que, por excelência, poderia e deveria divulgar o português e os crioulos que dela emergem, estar tão adormecida, ao ponto de um dia verem que a Lusofonia e a Lusofonidade já terão morrido...
Notícias Lusófonas - Por Eugénio Costa Almeida Mestre em Relações Internacionais e Doutorando em Ciências Sociais - elcalmeida@gmail.com .
Nota: Este artigo foi igualmente publicado no Jornal Correio da Semana de São Tomé e Príncipe.