1/09/09

Poluição sonora equivale a falta de educação: O bom exemplo vem de João Pessoa no estado da Paraíba!

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A bela, turísitica e tropical cidade de João Pessoa, capital do estado da Paraíba-Brasil dá o exemplo de como é possível conciliar turismo e desenvolvimento com educação ambiental e qualidade de vida, combatendo entre outras, a vozearia sem limites e o pandemónio sonoro dos baderneiros sem escola, com a aplicação e rigor de lei própria e ainda espalhando panfletos de alerta e informativos a respeito por toda a cidade.

Com isso reduz ou evita que que a vida de seus cidadãos pacatos seja atormentada pela tremendamente infernal, criminosa, invisivel, mas invasora de limites e lares e muitas vezes impune, denominada poluição sonora.

E demonstra, a prefeitura de João Pessoa, preocupação com a saúde e bem estar de seus habitantes, sem se atemorizar com populismos ou justificativas incoerentes, como as que lemos tempos passados, a propósito de reclamações mencionadas em artigo publicado por jornal diário da cidade de Santos onde se criticava o descomedimento ou abuso de barulho, som alto e "baderna" produzidos em "barzinhos" que proliferam pela dita cidade do litoral do estado de São Paulo e onde o Sr. J. P. Papa, atual e reeleito prefeito, abespinhado, sugeriu à época aos "incomodados" fazer as malas e buscar moradia em cidades pacatas, sem turismo...

Que maldade Sr. prefeito????...

Pois então e embora o tempo já quase tenha apagado a infeliz opinião do respeitável prefeito, aqui fica o exemplo e os modelos do panfleto e de Lei oriundos da bela e turistíca João Pessoa do Nordeste brasileiro, que os lideres municipais de Santos, se bem intencionados e preocupados com a qualidade de vida da histórica, próspera e consequentemente cada dia mais problemática cidade de Santos, até poderão utilizar e promulgar. Porque do jeito que está, nem adianta ligar para o plantão policial "190" nem para o "ombusdman" municipal...

E, terminando aproveito para enviar um pequeno "alô" para o sr. Antônio Luigi Ítalo Franchi, mais conhecido por "Bimbo", recém-empossado prefeito da cidade e estância hidromineral de Serra Negra-SP, sugerindo que se preocupe desde já com o assunto "poluição sonora" e educação preventiva na dita cidade de forma a que seu crescimento gradual inevitável não impeça que a possamos continuar conhecendo em todo o estado e Brasil como "Cidade da Saúde".

Afinal, tudo isso não é mais do que uma questão de educação, tanto em João Pessoa, como em Santos, em Serra Negra, no Brasil, em Portugal, Moçambique e em qualquer parte do mundo, tão preocupante como o desflorestamento, o desperdício de água e outras formas de destruição da qualidade de vida do ser humano e do planeta terra!

Cabo Delgado - O saque às florestas continua...

O saque continua... Simplesmente lamentável. Até quando a impunidade, corrupção e alheamento das autoridades de Moçambique permitirão tais absurdos? Até quando ?... Claro que os destinos e benefícios auferidos com essa madeira ilegalmente saqueada das florestas de Cabo Delgado-Moçambique são por demais conhecidos. Como o são os "bolsos-recheados" que normalmente se beneficiam de tais saques. O povo (o verdadeiro e maioria) de Moçambique certamente não o é! Pelo contrário...

Quatro empresas multadas por exportação ilegal de madeira.
As autoridades florestais moçambicanas interceptaram mais de 900 mil metros cúbicos de madeiras ilegais para exportação, em Cabo Delgado, norte de Moçambique, tendo multado quatro empresas, revelou hoje(sexta-feira) o jornal Notícias em Maputo.
As empresas Mofid, Lda., Pacífico Internacional, Kings Way e Thienhe preparavam-se para exportar 958,779 metros cúbicos de madeira em toros com dimensões legalmente proibidas já depois de os contentores terem sido revistados e terem obtido licença de exportação quando foram detectadas.

Segundo Castro Rassul, chefe dos Serviços Provinciais de Florestas e Fauna Bravia, que multou as empresas em 183 mil meticais (cerca de 26 mil euros), só a Mofid se preparava para enviar fraudulentamente para fora do país 519 metros cúbicos de madeira.

A infracção vai custar à empresa 439 mil meticais (14.600 euros), enquanto a Thienhe vai ter que pagar 159 mil meticais (5.300 euros) e à Pacífico Internacional foi aplicada uma multa de 131 mil meticais (4.300 euros). A Kings Way foi multada em 53.900 meticais (1.700 euros).

As empresas têm agora 15 dias para pagar as multas, consideradas insuficientes pelos restantes madeireiros da província que lembram tratar-se de empresas reincidentes neste tipo de práticas.

O jornal Notícias dá ainda conta da "estranheza" dos exploradores florestais da província de Cabo Delgado por a exploração ilegal de madeiras ser detectada apenas quando o produto já está no porto para ser expedido, considerando que contribui "para a má fama junto dos armadores e o consequente agravamento dos fretes".

Por isso, apelam às autoridades para que façam uma "investigação profunda" ao fenómeno, que dizem "manchar" não só os envolvidos, mas também toda a província, operadores e o próprio governo provincial.
- Angola Press/Notícias, 09/01/2009.
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