1/19/07

Moçambique - Comercialização de caju já atingiu 58 mil toneladas.


As províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia comercializaram 58,5 mil toneladas de castanha de caju, das 75 mil toneladas planificadas para a presente campanha, que vai até Março próximo.
Dados do Instituto de Fomento do Caju (INCAJU), ao nível daquelas províncias, indicam que Nampula, com 45 mil toneladas planificadas para a presente campanha, já comercializou 42 mil toneladas da castanha de caju.Na Zambézia, a quantidade da castanha comercializada até agora atinge a 9.800 toneladas, do total de 10.000 programadas para esta campanha, sendo que em Cabo Delgado estima-se em 6.700 toneladas, das sete mil toneladas estabelecidas como meta.
”Neste momento a colheita terminou, mas a campanha continua, o que nos leva a crer que cerca de cinco a 10 mil toneladas ainda poderão ser comercializadas ao nível daquelas três províncias”, disse Santos Frijone, técnico do Departamento de Economia do INCAJU, falando a AIM.
Contudo, projecções iniciais indicavam que Nampula poderia não atingir a meta de 45 mil toneladas estabelecida para a presente campanha, terminando apenas nas 35 mil toneladas, uma vez ter havido ventos fortes que abalaram a província e que destruíram flores de muitos cajueiros, além doutros milhares que foram afectados por queimadas descontroladas.
Em entrevista a AIM, Frijone disse que “fomos pessimistas em relação as previsões por causa dos fenómenos que ocorreram. As queimadas aconteceram, tiveram o impacto negativo que tiveram, mas parece que, felizmente, havemos de conseguir cumprir com o planificado, ou mesmo se não conseguirmos não estaremos longe das metas”.
O preço médio do quilograma da castanha ao produtor nas províncias da Zambézia e Cabo Delgado mantêm-se estável nos 5.5 Meticais, mas em Nampula, onde o mínimo praticado é de 6.5 meticais, já atingiram o pico de oito meticais.
Ana Machalele, também do Departamento de Economia do INCAJU e ligada a área de exportações, referiu que cerca de 9.500 toneladas deste produto poderão ser exportados para Índia até finais deste mês, estando-se neste momento a terminar com todas as formalidades.
Segundo ela, outra quantidade estimada em 10.000 toneladas já foi comprada pela industria nacional, que poderá processar entre 25 a 30.000 toneladas da produção global da campanha corrente.
“Calcula-se que em toda região norte do pais as exportações atingirão 15.000 toneladas. Mas esses são dados preliminares, creio até ao fim deste mês teremos os números reais”, disse Machalele.
No sul e centro do país, onde os principais produtores da castanha são as províncias de Inhambane e Gaza (sul), ainda não existem dados sobre o ponto de situação de comercialização, contudo há um comerciante que disse possuir cerca de duas mil toneladas e que deseja exportar ainda este mês.
Nesta campanha, prevê-se que Gaza poderá comercializar cinco mil toneladas de castanha de caju, Inhambane quatro mil toneladas e Sofala e Manica (centro) 1.500 toneladas (cada).
A meta para a província de Maputo é de mil toneladas.
Dados estatísticos sobre a comercialização da castanha de caju na campanha passada indicam que Cabo Delgado comercializou pouco mais de quatro mil toneladas, Nampula 29 mil, Zambézia 11 mil, Manica e Sofala 6,500, Inhambane 5 mil, Gaza 6 mil e Maputo 196 toneladas.
(AIM) - Maputo, Sexta-Feira, 19 de Janeiro de 2007:: Notícias

1/18/07

Pemba - Bar da Tininha na Google (beta)

Um novo grupo (beta da Google) que fala de Pemba em Moçambique:
e onde encontra, entre outros itens do passado e presente de Cabo Delgado-Pemba:
- PODERÁ TAMBÉM SER CHAMADO, ESTE ESPAÇO, DE :

Do ForEver Pemba - Mozambique: EDM Disconnects Entire Neighbourhood.
Do MSN - Moçambique Arquivo Vivo
FORTIFICAÇÕES MILITARES DA ILHA DO IBO (parte 2).
FORTIFICAÇÕES MILITARES DA ILHA DO IBO (parte 3).
FORTIFICAÇÕES MILITARES DA ILHA DO IBO.- Parte 1
GLÓRIA DE SANT'ANNA - A POETISA DO MAR AZUL DE PEMBA
Imagens do Bar da Tininha - MSN
Imagens do Bar da Tininha - Yahoo - 1
Imagens do Bar da Tininha - Yahoo - 2
Imagens do Bar da Tininha - Yahoo - 3
MSN-AVM-ARTE & CULTURA
MSN-AVM-EX-COMBATENTES DO ULTRAMAR
POESIA DA LEONOR BARATA
Recortes do Jornal Diário de Lourenço Marques recordando o fatídico dia 31 de Janeiro de 1973

Inscreva-se e participe se tem afinidade.

Cabo Delgado- Funcionários detidos por desfalque.

Seis funcionários administrativos afectos nos sectores de Saúde em igual número de distritos da província de Cabo Delgado encontram-se detidos acusados de envolvimento num caso de desaparecimento de três milhões de meticais.
Trata-se de funcionários afectos aos distritos de Mueda, Palma, Meluco, Muidumbe, Nangade e Ilha do Ibo e o dinheiro fazia parte de fundos de funcionamento para o ano de 2006, descentralizados para aqueles distritos. Uma fonte da Direcção de Finanças de Cabo Delgado avançou a hipótese de ter havido conivência do pessoal desta instituição no desvio de três milhões de meticais.
Maputo, Quinta-Feira, 18 de Janeiro de 2007:: Notícias

1/16/07

Moçambique - Suécia e Irlanda vão continuar a apoiar a província moçambicana do Niassa.


Maputo, Moçambique, 15 Jan - O apoio directo da Suécia e da Irlanda à província moçambicana do Niassa atingiu 180 milhões de meticais em 2006, afirmou ao jornal Notícias, de Maputo, o governador da província, Arnaldo Bimbe.
Os valores provenientes do apoio directo da Irlanda e Suécia – o Fundo Comum – destinam-se a apoiar prioritariamente as áreas de Educação, abastecimento de água e estradas, embora haja também componentes como o apoio institucional ao Governo provincial, concessão de bolsas de estudos para funcionários públicos em exercício e para jovens que terminam o nível médio e que necessitam de prosseguir com a sua formação a nível superior.
“Tanto a Suécia como a Irlanda mostram-se disponíveis a aumentar o seu apoio directo ao orçamento da nossa província. Um dos sinais disso é a indicação de que o valor do apoio concedido em 2006 poderá ser mantido ou até reforçado em função daquilo que for o nível de execução dos projectos”, precisou Arnaldo Bimbe.
A Suécia também apoia a sociedade civil e o sector privado através da Fundação Malonda, com programas coordenados pelo Centro Cooperativo Sueco, uma Organização Não-Governamental (ONG) daquele país escandinavo.
Por outro lado, através da sua Agência para o Desenvolvimento Internacional (ASDI), a Suécia financiou em exclusivo a primeira fase da construção do eixo Litunde / Ruasse, que foi asfaltado até à vila-sede do distrito de Marrupa.
Neste ano, o projecto vai prosseguir com a construção do troço em falta para ligar as cidades de Lichinga, no Niassa, e Montepuez, na província de Cabo Delgado, numa extensão global estimada de 500 quilómetros, desta feita também com apoio do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e do Governo do Japão.
Há, igualmente, a destacar o apoio à reabilitação e ampliação dos hospitais de Lichinga e de Cuamba, com apoio da Irlanda, país que também está por detrás do projecto de construção do pavilhão gimnodesportivo de Lichinga e da instalação do Instituto de Formação em Administração Pública (IFAPA).

1/15/07

Licenças para exploração de madeira em Moçambique mais que duplicaram em 2006.


Maputo, Moçambique - Os pedidos de licença simples para a exploração de madeira em Moçambique aumentaram mais de 50 por cento em 2006 ao passarem de 462 em 2005 para 790 no ano passado, de acordo com o jornal Notícias, de Maputo.
Henrique Cruz, chefe do Departamento de Florestas na Direcção Nacional de Terras e Florestas, citado pelo jornal, afirmou que a tendência global em anos anteriores era de redução do número de pedidos de licença simples mas, atendendo à grande procura por madeira em toro, assistiu-se ao crescimento dos operadores desse tipo.
As licenças simples são válidas pelo período de um ano e os seus detentores podem cortar árvores até 500 metros cúbicos.
O crescimento do número de operadores não significou, de acordo com Henrique Cruz, um crescimento no processamento interno da madeira, nem de mão-de-obra fabril e muito menos um crescimento na indústria nacional.
Mas recentemente, o governo decidiu reclassificar quatro espécies - conhecidas localmente por mondzo, pau-ferro, muanga e chanate - que passaram a pertencer às espécies de madeira de 1ª classe, cuja exportação só é possível depois do seu processamento.
Henrique Cruz adiantou que tal medida visa por um lado reduzir a pressão sobre os recursos florestais e pelo outro procurar incentivar a indústria nacional com a consequente criação de emprego.
O chefe do Departamento de Florestas adiantou que o governo tem vindo a apostar também nas concessões que são uma perspectiva que contempla o uso racional dos recursos e a criação de condições que beneficiem as comunidades locais, nomeadamente a obrigatoriedade de instalação de indústrias de processamento local.
Esta abordagem, de acordo com Henrique Cruz, tem vindo a trazer resultados positivos, pois a abordagem contempla uma perspectiva de longo prazo (cinquenta anos renováveis), o que passa por os operadores disporem de um inventário florestal e plano de maneio, para além da obrigatoriedade de instalação de uma indústria de processamento local da madeira.
Neste momento, foi já autorizado um total de 114 concessões, localizadas nas províncias de Cabo Delgado, Zambézia, Nampula e Sofala.
As outras províncias com concessões, em número reduzido, são as de Tete e Manica.
(macauhub) - 14/01/2007 06:46 - ABN

1/13/07

Mozambique: EDM Disconnects Entire Neighbourhood.

Agencia de Informacao de Mocambique (Maputo)
January 12, 2007Posted to the web January 12, 2007
Maputo
Mozambique's publicly-owned electricity company EDM has cut off all power to an entire neighbourhood in the northern city of Pemba, on the grounds that all the houses built there are illegal, reports the Beira daily paper "Diario de Mocambique".
Residents of the Chibuabuari neighbourhood then demonstrated in front of the Pemba EDM offices, demanding their immediate reconnection to the grid, but it seems unlikely that the City Council or EDM will reconsider the decision.
The Council says that Chibuabuari was built illegally, in an area that is at sea level and unfit for human habitation. For months the Council has been threatening to demolish all the houses built there, but the residents have refused to move.
The municipality has now changed tactics, and has asked EDM and the local water company not to provide services to the area.
EDM says that any connections in Chibuabuari are clandestine: a whole network had been set up to steal power from EDM through illegal connections, Yet some of the Chibuabuari demonstrators seemed to have contracts with EDM.
The EDM Pemba director, Josue Nunes, told the paper "There must have been connivance of some EDM workers who facilitated those connections".
"If we find people with legal contracts, we will have to reconnect them", he said. "But those connections will be on a temporary basis since the whole neighbourhood is illegal".
Tagir Assamo, spokesman for the City Council, said the idea is to discourage people from living in Chibuabuari. "This area is prone to disasters, and we've said so many times", he stressed.
EDM's attitude was to be praised, because if electricity was available, "that would promote the building of more houses there".
About 1,000 households live in Chibuabuari, and new houses continue to go up, despite the City Council's warnings. The residents say the Council allowed Chibuabuari to grow, and only now is it saying that the area is unfit for habitation.
Some accuse the mayor, Agostinho Ntauali, of lying because, during the 2003 local election campaign, when he was the candidate of the ruling Frelimo Party, he visited Chibuabuari to ask the residents to vote for him.
"So how can he now say he doesn't recognise this neighbourhood ? He's a swindler !", exclaimed one of those interviewed by "Diario de Mozambique".
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