Bom Domingo !
(Para não acontecer sobreposição de sons, não se esqueça de "desligar" o "Rádio Moçambique" no lado direito do menu deste blogue.
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5/13/07
Neyma - the best female singer in Mozambique.
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
5/12/07
Ainda sobre o convívio de alunos do Colégio Liceal de São Paulo em Fátima em 19 de Maio próximo.
Diz-me por e-mail Carlos Lopes Bento (antigo Administrador da Ilha do Ibo e autor de trabalhos de inestimável valor sobre as Quirimbas):
""A propósito do próximo Encontro em Fátima e como homenagem a essa tão humana e cristã instituição que ajudou a educar e a instruir muitos dos nossos filhos, lembrando sempre o Padre Valente e os seus exigentes professores, envio uma foto,(10.2.1972) onde está
a minha filha Isabel, actualmente, professora de Geografia na Escola Secundária do Cartaxo.
Para todos os jovens desse tempo, espalhados por esse mundo fora, vai um abraço de muita amizade. - Carlos Lopes Bento
a minha filha Isabel, actualmente, professora de Geografia na Escola Secundária do Cartaxo.
Para todos os jovens desse tempo, espalhados por esse mundo fora, vai um abraço de muita amizade. - Carlos Lopes Bento

Trabalhos publicados de Carlos Lopes Bento:
http://br.geocities.com/quirimbaspemba/ e aqui.
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
Cabo Delgado - Economia em queda...

EXTRAS - Estamos a cair!!!
No dia 18 de Novembro do ano passado escrevíamos nesta página que a província de Cabo Delgado estava a baixar no seu desempenho económico. Na altura, estávamos a utilizar a informação que nos havia chegado duma apreciação crítica feita pelo Comité Central do Partido Frelimo e dos comentários em pleno congresso da mesma formação política, que estava a ter lugar em Quelimane, província da Zambézia.
Dizíamos igualmente que a província não havia conseguido namorar, em dois anos, um novo empreendimento e pelo contrário os que haviam, estavam a ficar rotos, a caminho de tipos diferentes de falência, como é o caso da Aquacultura de camarão (IOA), que hoje por hoje se encontra na sala de reanimação da qual se duvida muito que possa voltar ao convívio dos vivos.
Ficarão, na verdade, os projectos turísticos espalhados pelo Índico, que pouco dizem em termos de impacto imediato na vida das populações, e afinal muito havia por saber. Desta vez foi o próprio governo provincial a dizer, que estamos a baixar (cair) numa informação que deu ao Presidente da República.
Exportações baixaram em Cabo Delgado. E de que maneira! Sessenta e seis porcento abaixo, é obra de um azar que urge desvendar. Estamos a falar duma queda em cerca de dois terços. A justificação é a não exportação em toros de madeira. Não parece!
Não parece porque sábado passado publicamos um texto a falar da evolução do tráfego portuário no porto de Pemba e Mocímboa da Praia. O tráfego de contentores de madeira já está a mexer, dizem os gestores do porto de Pemba. Que não se trata apenas do volume absoluto, mas o tamanho do porto precisa de ser aumentado.
Pelo contrário, conforme o delegado do Porto de Pemba, a razão principal da subida do tráfego reside, exactamente na medida governamental de proibir a exportação de algumas espécies florestais em toros. É o contrário da justificação do governo que acha que a medida é que veio diminuir as exportações.
Por causa da medida que se quer culpar, o porto de Pemba passou a exportar muita madeira contentorizada, portanto serrada, ao invés de toros. Subiu a carga em termos de tonelagem, porque em toros, em termos de volume era muita carga, mas em termos de tonelagem, muito limitada.
Os exemplos práticos são muito eloquentes: em 2005 a madeira serrada e em toros foi de 595TUS. Já em 2006, depois que se começou a aplicar a medida governamental, subiu para 1.706 TUS. E a madeira, insiste-se, é a mais predominante das cargas que saem pelo porto de Pemba, seguida do algodão.
Então, isso a ser verdade, há que procurar outras razões da queda de exportações em Cabo delgado. O governo provincial deve reunir-se de novo para analisar as razões mais próximas da realidade, sendo que é só donde vem as receitas para a província viver.
Outra maneira de ver: como se explica que numa província onde as exportações baixaram em 66 porcento, se diga que na globalidade registou um crescimento global de 11 porcento? Que sectores conseguiram fechar a lacuna de 66 porcento, mesmo tendo em conta que a agricultura contribuiu em 57 porcento e os transportes em 19?
Ora, enquanto viajamos nessa dúvida algo parece que pode sustentar os receios de que, se em Novembro do ano passado estávamos a baixar, desta estamos a cair. O que não é bom!
Ficarão, na verdade, os projectos turísticos espalhados pelo Índico, que pouco dizem em termos de impacto imediato na vida das populações, e afinal muito havia por saber. Desta vez foi o próprio governo provincial a dizer, que estamos a baixar (cair) numa informação que deu ao Presidente da República.
Exportações baixaram em Cabo Delgado. E de que maneira! Sessenta e seis porcento abaixo, é obra de um azar que urge desvendar. Estamos a falar duma queda em cerca de dois terços. A justificação é a não exportação em toros de madeira. Não parece!
Não parece porque sábado passado publicamos um texto a falar da evolução do tráfego portuário no porto de Pemba e Mocímboa da Praia. O tráfego de contentores de madeira já está a mexer, dizem os gestores do porto de Pemba. Que não se trata apenas do volume absoluto, mas o tamanho do porto precisa de ser aumentado.
Pelo contrário, conforme o delegado do Porto de Pemba, a razão principal da subida do tráfego reside, exactamente na medida governamental de proibir a exportação de algumas espécies florestais em toros. É o contrário da justificação do governo que acha que a medida é que veio diminuir as exportações.
Por causa da medida que se quer culpar, o porto de Pemba passou a exportar muita madeira contentorizada, portanto serrada, ao invés de toros. Subiu a carga em termos de tonelagem, porque em toros, em termos de volume era muita carga, mas em termos de tonelagem, muito limitada.
Os exemplos práticos são muito eloquentes: em 2005 a madeira serrada e em toros foi de 595TUS. Já em 2006, depois que se começou a aplicar a medida governamental, subiu para 1.706 TUS. E a madeira, insiste-se, é a mais predominante das cargas que saem pelo porto de Pemba, seguida do algodão.
Então, isso a ser verdade, há que procurar outras razões da queda de exportações em Cabo delgado. O governo provincial deve reunir-se de novo para analisar as razões mais próximas da realidade, sendo que é só donde vem as receitas para a província viver.
Outra maneira de ver: como se explica que numa província onde as exportações baixaram em 66 porcento, se diga que na globalidade registou um crescimento global de 11 porcento? Que sectores conseguiram fechar a lacuna de 66 porcento, mesmo tendo em conta que a agricultura contribuiu em 57 porcento e os transportes em 19?
Ora, enquanto viajamos nessa dúvida algo parece que pode sustentar os receios de que, se em Novembro do ano passado estávamos a baixar, desta estamos a cair. O que não é bom!
Pedro Nacuo - Maputo, Sábado, 12 de Maio de 2007:: Notícias
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
5/11/07
Desaparecimentos estranhos em Cabo Delgado...

Renamo denuncia... 
Maputo, 10/5 - A RENAMO, principal partido da oposição moçambicana, denunciou hoje o "desaparecimento estranho" de 18 pessoas em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, número refutado pela Procuradoria Provincial, que apenas admite o sumiço de duas pessoas.
Numa carta denúncia entregue ao jornal Diário de Moçambique, editado na Beira, a RENAMO afirma que entre Fevereiro e Abril deste ano, 18 pessoas foram raptadas e, posteriormente, assassinadas nos distritos de Nangade, Palma e Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado, supostamente para extracção de órgãos.
O presidente do conselho provincial da RENAMO em Cabo Delgado, Armando Passila, contou ao Diário de Moçambique que um dos corpos descobertos, que se supõe pertencer a uma das vítimas, tinha veias cortadas. Passila, que acusou as autoridades locais de "indiferença" face ao sucedido, assegurou que a informação foi recolhida pelos delegados distritais do partido naquela província, contactadas por familiares das vítimas.
O procurador-chefe da província de Cabo Delgado, Sérgio Reis, admitiu ter recebido denúncias de dois dos eventuais casos de rapto e garantiu que a procuradoria "está a trabalhar nas informações recolhidas". Igualmente, o procurador de Mocímboa da Praia, Nazimo Mussa, confirmou a realização de investigações sobre o alegado desaparecimento de pessoas, indicando que dois indivíduos estão sob custódia da Polícia de Investigação Criminal daquela província.
O director da Ordem Pública no comando provincial de Cabo Delgado, Joaquim Nido, considerou "assustadora" a denúncia, alertando, no entanto, que possa tratar-se de "mais uma brincadeira política" da RENAMO. "Dezoito pessoas não é um número de brincadeira. Se for mais uma brincadeira política, acho que é mau. Entendemos que se está em vésperas de eleições, mas não é necessário agir assim", disse Joaquim Nido, que prometeu explicar o caso nos próximos dias.
In - AngolaPRESS Notícia

Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
Faleceu AMADEU PEIXE.

Estando actualmente no Brasil, ali faleceu hoje Amadeu Peixe, nome famoso em Moçambique, natural de Vilankulos (Inhambane), onde nasceu em 28 de Outubro de 1935.
Foi futebolista (excelente guarda-redes), caçador guia e campeão de tiro.
Foi futebolista (excelente guarda-redes), caçador guia e campeão de tiro.
Saiba mais sobre Amadeu Peixe em:
(Notícia extraída do "Moçambique para Todos")
Amadeu da Maia Silva Peixe
Naturalidade : Vilanculos, Inhambane
Nascido a 28 de Outubro de 1935
Profissão: Caçador Guia com Carteira profissional 41005.
Faleceu em 10 de Maio de 2007
Caçador Guia de profissão, participou em vários Torneios de Tiro aos Pratos a nível internacional, tendo alcançado marcas de destaque.
Caçador Guia de profissão, participou em vários Torneios de Tiro aos Pratos a nível internacional, tendo alcançado marcas de destaque.
Ainda adolescente na antiga Porto Amélia (agora Pemba), recordo-me do sempre simpático Peixe (assim o denominavamos) como guarda-redes do então Clube Desportivo de Porto Amélia.
Que descanse em paz e um abraço fraterno à Família enlutada.
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
5/10/07
Nova estratégia contra lepra está a ser implementada em Moçambique.

Uma nova estratégia com vista à redução de casos de lepra está em implementação, desde o ano passado, no país, mais concretamente nas províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula, região norte, bem como na Zambézia e Sofala, no centro, por serem as zonas mais atingidas.
A nova forma de abordagem sobre a problemática da lepra naquelas cinco províncias surge da percepção, por parte das entidades competentes, de que os níveis da doença continuam bastante altos, quando se aproxima o mês de Dezembro de 2008, período estabelecido para a eliminação da enfermidade no país e mundo em geral.
Segundo Alcino Ndeve, director do Programa de Lepra no Ministério da Saúde (MISAU), entre outras inovações introduzidas, a estratégia agora em uso assenta-se sobre quatro pilares, nomeadamente a mobilização social, que consiste no envolvimento do governador de cada uma das cinco províncias no sentido de transmitir mensagens sobre a doença. O segundo pilar é encontrar os doentes e dar o tratamento correcto, uma vez que muitas das vezes, os cidadãos que padecem de lepra se escondem nas comunidades e durante algum tempo os técnicos da Saúde foram administrando medicamentos pouco eficazes.
O terceiro pilar tem a ver com o início da informatização dos dados sobre a doença, com vista a ter uma informação mais fiável e organizada, tanto dos doentes como dos medicamentos, segundo Alcino Ndeve, acrescentando que o último ponto da estratégia, toca à alocação dos medicamentos. Pretende-se que a medicação, que já é gratuíta, esteja cada vez mais próxima do paciente.
Alcino Ndeve, que falava, há dias, à Imprensa na cidade de Maputo, explicou que sobre a alocação dos medicamentos, o MISAU trabalha com uma rede de voluntários dentro das comunidades que têm a responsabilidade de servir de ponte entre a sua instituição e os doentes.
Aquele quadro sénior da Saúde salientou que a referida estratégia foi desenhada pelo MISAU, juntamente com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e com o ILEP, um fórum de associações que lutam contra a lepra.
Aliás, é ainda com aquelas duas instituições que garante a importação dos medicamentos e a respectiva canalização aos doentes.
De salientar ainda que embora aquelas cinco províncias possam manter os níveis de infecção de lepra acima de um cidadão em cada dez mil habitantes, a meta da eliminação da doença a nível nacional, ou seja, baixar para menos de um caso será cumprida, segundo garante o responsável por aquela doença no MISAU.
Actualmente, Nampula é a província mais atingida por aquela doença com uma taxa de 3.5 infectados em cada dez mil habitantes, seguida de Cabo Delgado com 3.0 e de Niassa, com 2.1. Zambézia possui 1.8 em dez mil habitantes e Sofala 1.6, tendo fé nos dados cedidos pelo MISAU.
Segundo Alcino Ndeve, director do Programa de Lepra no Ministério da Saúde (MISAU), entre outras inovações introduzidas, a estratégia agora em uso assenta-se sobre quatro pilares, nomeadamente a mobilização social, que consiste no envolvimento do governador de cada uma das cinco províncias no sentido de transmitir mensagens sobre a doença. O segundo pilar é encontrar os doentes e dar o tratamento correcto, uma vez que muitas das vezes, os cidadãos que padecem de lepra se escondem nas comunidades e durante algum tempo os técnicos da Saúde foram administrando medicamentos pouco eficazes.
O terceiro pilar tem a ver com o início da informatização dos dados sobre a doença, com vista a ter uma informação mais fiável e organizada, tanto dos doentes como dos medicamentos, segundo Alcino Ndeve, acrescentando que o último ponto da estratégia, toca à alocação dos medicamentos. Pretende-se que a medicação, que já é gratuíta, esteja cada vez mais próxima do paciente.
Alcino Ndeve, que falava, há dias, à Imprensa na cidade de Maputo, explicou que sobre a alocação dos medicamentos, o MISAU trabalha com uma rede de voluntários dentro das comunidades que têm a responsabilidade de servir de ponte entre a sua instituição e os doentes.
Aquele quadro sénior da Saúde salientou que a referida estratégia foi desenhada pelo MISAU, juntamente com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e com o ILEP, um fórum de associações que lutam contra a lepra.
Aliás, é ainda com aquelas duas instituições que garante a importação dos medicamentos e a respectiva canalização aos doentes.
De salientar ainda que embora aquelas cinco províncias possam manter os níveis de infecção de lepra acima de um cidadão em cada dez mil habitantes, a meta da eliminação da doença a nível nacional, ou seja, baixar para menos de um caso será cumprida, segundo garante o responsável por aquela doença no MISAU.
Actualmente, Nampula é a província mais atingida por aquela doença com uma taxa de 3.5 infectados em cada dez mil habitantes, seguida de Cabo Delgado com 3.0 e de Niassa, com 2.1. Zambézia possui 1.8 em dez mil habitantes e Sofala 1.6, tendo fé nos dados cedidos pelo MISAU.
Maputo, Quinta-Feira, 10 de Maio de 2007:: Notícias
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
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