quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ronda pela net: Entre as "mulheres-fruta" do nosso querido e tropical Brasil, o destaque é a "melancia" Andressa Soares...

(Clique na imagem para ampliar. Imagem original daqui - autoria de Henrique Monteiro.)
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Andressa Soares, a mulher-melancia, lançou a moda no Brasil. E agora tem mulher-maçã, mulher-jaca, mulher melão, mulher-moranguinho e por aí adiante, dando vez e evidência a uma aprimorada "salada-de-frutas" de sabor tropical, visual sensual onde a exuberância de contornos físicos é o destaque, o modus-vivendo, a tese que leva apreciadores masculinos ao auge de encapotadas paixões, esposas zelosas a pesadelos enciumados, as ditas "frutas" belas-encorpadas a atestar suas contas bancárias e às primeiras páginas dos tablóides tupiniquins especializados. Além disso, a voga vai espargindo e gerando partidários(as) pelo mundo do show do insólito.
Por força da informação a isso não fica alheia a blogosfera. No cotado "Obvious" lemos em texto interessante de Priscilla Santos:
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A genealogia mítica de Andressa Soares remonta a uma linhagem de embasbacantes mulheres que se inicia com a ex-chacrete (hoje empresária pornô) Gretchen passando por Carla Perez, Tiazinha e vai desaguar numa massa indefinida de cachorras e popozudas engaioladas, massa esta de onde ela emergiu sacralizada como a Excalibur. Foi por isso que, aos moldes dos super heróis e heroínas, Andressa guardou para os documentos civis seu nome de batismo e assumiu a legenda de Mulher Melancia, atual Garota Melancia: a dançarina do “créu”.
A população foi quem lhe deu a alcunha; primeira musa bundística do século XXI brasileiro, Melancia passou a ser chamada assim por conta de uma – agora antológica – foto postada no Orkut por um colega da Rádio FM O Dia, o apresentador do programa em que Andressa trabalhava como... musa. Eles diziam: que isso?! A bunda dela parece uma melancia! Então ficou, ela explica.
Mas o sucesso nacional viria mesmo depois do DVD-baixo-orçamento Tsunami 2, recorde absoluto de vendas entre os camelôs de toda a cidade, o show de funk exibia a apresentação da “Dança do Créu” interpretada por seu criador, o Mc Créu, onde Andressa, já Melancia, balançava toda a glória de seus 121 cm de bunda, incansavelmente, na cadência imperativa do refrão. A saber: créu, créu, créu, em cinco velocidades . O show, a dança, o intérprete e as re-cópias do vídeo se espalhariam pelo país como uma endemia braba. Quatro meses depois, ela seria capa de uma edição especial da revista Playboy brasileira. Cinco meses depois, e 250 exemplares vendidos por hora, ela entraria para a história como a maior vendagem da publicação.
Neste mês de julho, a Mulher (ou Garota) Melancia é novamente playmate, para alegria de milhões e ódio de outros milhões. Já faz inclusive rebeldias quando repreendida pelo, praticamente anônimo, fotografo J .R. Duran: mais respeito, porque agora eu sou famosa, sou estrela.
Mas não há o eterno: o créu passou a tomar todo o meu tempo, desabafou ela outro dia numa entrevista, 2 cm de bunda mais magra. Era para justificar o porque do desejo de envolver-se em novos projetos, projetos solos. Melancia quer dançar com seu próprio corpo de dança e quer “cantar” mais. Planeja também sua tournée pela Europa, divulgar sua música Velocidade 6, além de dedicar-se ao programa de rádio.
Enquanto não embarca, a Garota (ou Mulher) Melancia prossegue sendo musa absoluta dos dois principais tablóides pulp reality da cidade do Rio de Janeiro, o Meia Hora e o Expresso. É difícil que passe um dia sem que Andressa, no alto de suas 20 primaveras, estampe lá uma ou duas notas, em fotos, manchetes ou notinhas geralmente intituladas com um vocabulário sacana. De qualquer modo, foram eles que deram, atenciosos, a notícia do incidente em que Melancia foi ferida: um senhor, que se dizia incomodado pela confusão orbitante ao redor da morena, resolveu jogar-lhe uma garrafa. Mas, rapidamente, vizinhos sinceros contaram aos mesmos tablóides que tudo havia sido por causa dos ciumes da esposa desse tal senhor já que, no dia, Mulher (ou Garota) expunha – profissionalmente, claro – seu aclamado derrière bem em baixo de sua janela onde seu marido tomava, coincidentemente, uma fresca.
A passionalidade almodovariana rendeu à Andressa Soares um corte superficial no tornozelo e um abalo nervoso justificável. Felizmente o episódio foi logo esquecido e podemos vê-la novamente sorridente, repetindo seu cânone de respostas modulares pelos canais de fofoca afora e, principalmente, exibindo toda sua bela anatomia e voluptuoso vigor atlético ao dançar o sensual ritmo.
- In - Obvious: Um olhar mais demorado...
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Do YouTube o video Mc Creu - Creu -Tsunami 2.
(Assista até ao fim)
(Para evitar sobreposição de sons, não esqueça de "desligar" a rádio "ForEver PEMBA.FM". O player localiza-se no menu deste blogue, lado direito.)

2 comentários:

Anônimo disse...

Melancia é Melacia, ora se é !!!!...e em qualquer parte do mundo.
Aproveitem bem essas "frutas" suculentas, amigos brasileiros.

Abraços

Tibério

Santos Silva disse...

E a Mulher-Banana???
Onde fica?...