
Aqui, Carlos Lopes Bento (antigo Administrador da Ilha - senão o último na era colonial) interroga-se sobre a possibilidade desta experiência , levada a efeito, há mais de três dezenas de anos, numa situação de domínio colonial, poder servir de paradigma e vir a ser aplicada, num Moçambique independente e cheio de carências, ainda que em condições económicas e sócio-políticas bem diferentes daquelas em que se originou tal experiência:
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