Peso da Régua na net - http://paginas.terra.com.br/turismo/pesodaregua/
1/11/08
Ronda pela net - A Régua de minhas raízes tem nova rádio FM...
Peso da Régua na net - http://paginas.terra.com.br/turismo/pesodaregua/
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
Diversificando - Termina um longo e lamentável sequestro...Clara Rojas e Consuelo González são libertadas.
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A reportagem completa no Jornal "O Estado de São Paulo - aqui !
Leia, do articulista Denis Rosenfield "Humanitários" publicado no "Blog do Diego" !
O video dos momentos da libertação aqui:
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
1/10/08
Diversificando - A publicidade é tudo...ou vale quase tudo.
Ilusão de ótica. Olhe no centro da espiral, como pede o video, e aguarde para ver o resultado...
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
Cabo Delgado - Abertura de linhas sísmicas de petróleo começa em Fevereiro no Rovuma.
Fontes ligadas à firma em Maputo disseram ao «Canal de Moçambique», sem avançar detalhes, que numa primeira fase os trabalhos poderão durar um período entre seis meses e um ano, envolvendo os distritos de Palma, Mocímboa da Praia, entre outros que se encontram dentro da considerada bacia do Rovuma.
Os escritórios da Artumas, bem como das instituições contratadas para avaliação do impacto ambiental estarão brevemente a funcionar na cidade de Pemba e na Tanzânia, segundo as mesmas fontes.
A existência de grandes quantidades de petróleo quer em on-shore como em off-shore na bacia do Rio Rovuma em Moçambique, foi anunciada o ano passado aquando da visita do presidente da República, Armando Guebuza, aos Estados Unidos da América.
A Impacto, uma firma moçambicana vocacionada em estudos de impacto ambiental também viria a apresentar em Agosto de 2007 na província de Cabo-Delgado, os resultados preliminares do estudo sobre o impacto ambiental, que tinha levado a cabo em cinco blocos ao longo da bacia do Rio Rovuma.
Em declarações exclusivas ao «Canal de Moçambique», quando confrontado sobre a existência ou não de petróleo em território nacional, o ministro da energia, Salvador Namburete, voltou a negar e a dizer que não existe petróleo em Moçambique, afirmando apenas que "o que existe é um trabalho intenso de pesquisa, que nos leva a pensar que temos petróleo e que vai continuar". "O que existe é um intenso trabalho de pesquisa, que nós vamos continuar a incentivar, porque acreditamos que um dia vai trazer resultados no sentido da existência do petróleo no solo moçambicano", afirmou o ministro Namburete.
Sobre o anúncio feito no ano passado nos EUA, sobre a existência do petróleo em Moçambique, bem como as declarações que tinham sido proferidas pelo presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, aquando das celebrações do centenário da cidade da Beira, sobre as potencialidades do país em hidrocarbonetos designadamente na Bacia de Moçambique ao largo entre o Zambeze e a província de Inhambane, Salvador Namburete optou pela evasiva, dizendo que “num estado democrático cada um tem o direito de dizer o que quer, mas nós não temos petróleo”.
- Outros post's sobre a pesquisa de petróleo na Bacia do Rovuma aqui !
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
Em Pemba existe a Associação Cultural Tambo Tambulani Tambo !
É de notar e divulgar que a Associação Cultural Tambo Tambulani Tambo, pouco conhecida fora das fronteiras de Moçambique mas com prestígio entre a população de Cabo Delgado e do País, foi fundada em 1995 em Pemba.Levou à sua criação a vontade de promover actividades culturais que valorizem a sociedade moçambicana e contribuam para o desenvolvimento social, cultural e económico da população da Província de Cabo Delgado.
Esta Associação foca seu trabalho educativo e artistico nos campos da música, teatro e dança como também se preocupa em promover os direitos dos artistas moçambicanos além de participar de vários fóruns como FOCADE (Fórum das ONGs da Província de Cabo Delgado) e do Movimento Educação para Todos onde busca um desenvolvimento justo para a sociedade com a realização de campanhas de saúde e educação.
Esta Associação foca seu trabalho educativo e artistico nos campos da música, teatro e dança como também se preocupa em promover os direitos dos artistas moçambicanos além de participar de vários fóruns como FOCADE (Fórum das ONGs da Província de Cabo Delgado) e do Movimento Educação para Todos onde busca um desenvolvimento justo para a sociedade com a realização de campanhas de saúde e educação.
Durante os primeiros dez anos não dispunha de um centro fixo para desenvolver seu trabalho. Em 2006 iniciou-se a construção do centro cultural “Tambo” e em 2007 recebe apoio financeiro do Hivos, uma organização holandesa voltada para ajuda e desenvolvimento social da população de países pobres.
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Segundo o site da Associação, a mesma é dirigida por:
- Pedro Nacuo - Presidente;
- Alfredo - Vice Presidente;
- Saquina - Secretária Geral;
- Vitor Raposo - Coordenador;
- Abel - Vice Coordenador.
Folk music from Pemba-Cabo Delgado-Mozambique
played by Tambo Tambulani Tambo:
(Video adicionado ao MySpace TV em 13/10/2007 - Para evitar sobreposição de sons, não esqueça de "desligar" a "Last.FM" no lado direito do menu deste blogue.)
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
1/09/08
Notícias da vizinha Nampula...Queimadas descontroladas e Unilúrio.
Do "Correio da Manhã-Maputo" de hoje transcrevo, porque acontece na vizinha província de Nampula conquanto ocorra fortemente também em Cabo Delgado...e em outras partes do planeta:
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Resultante de queimadas descontroladas em 2007, em Nampula o fogo causa prejuízos de cerca de 5.7 milhões de meticais.
Um total de 33 mil cajueiros em idade produtiva foi devorado pelo fogo ao longo de 2007 na província nortenha de Nampula, causando aos produtores prejuízos estimados em cerca de 5.7 milhões de meticais.
Dados facultados pelo Instituto de Fomento do Caju (INCAJU) referem que em 2007 o sector do caju registou um crescimento de prejuízos na ordem de 14% resultantes de queimadas descontroladas nesta parcela do país, comparativamente com igual período de 2006, com os distritos costeiros de Angoche e Mogincual em evidência.
Perturbado com esta situação, o Governo provincial alertou os intervenientes no sector a unirem esforços visando prevenir e combater as queimadas descontroladas.
Numa situação em que Angoche e Mogincual aparecem como “os piores da fita”, os distritos interiores de Eráti e de Mogovolas aparecem bem na foto como os que os respectivos produtores mais se esforçam em manter limpos e podados os seus cajueiros, na situação de melhor prevenir os incêndios e garantir maior produtividade por planta, a efectivação de pulverizações dentro dos calendários estabelecidos.
Décio Milton
Um total de 33 mil cajueiros em idade produtiva foi devorado pelo fogo ao longo de 2007 na província nortenha de Nampula, causando aos produtores prejuízos estimados em cerca de 5.7 milhões de meticais.
Dados facultados pelo Instituto de Fomento do Caju (INCAJU) referem que em 2007 o sector do caju registou um crescimento de prejuízos na ordem de 14% resultantes de queimadas descontroladas nesta parcela do país, comparativamente com igual período de 2006, com os distritos costeiros de Angoche e Mogincual em evidência.
Perturbado com esta situação, o Governo provincial alertou os intervenientes no sector a unirem esforços visando prevenir e combater as queimadas descontroladas.
Numa situação em que Angoche e Mogincual aparecem como “os piores da fita”, os distritos interiores de Eráti e de Mogovolas aparecem bem na foto como os que os respectivos produtores mais se esforçam em manter limpos e podados os seus cajueiros, na situação de melhor prevenir os incêndios e garantir maior produtividade por planta, a efectivação de pulverizações dentro dos calendários estabelecidos.
Décio Milton
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E, porque "estamos" em Nampula, não custa transcrever, também do mesmo "Correio da Manhã-Maputo" de hoje, o que vai acontecendo de positivo em termos de pesquisa e ciência, no usualmente "esquecido" Norte de Moçambique:
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Unilúrio instala laboratório de segurança alimentar.
A Unilúrio, uma universidade pública sediada na cidade de Nampula, está numa fase avançada nos preparativos para montar na sua sede um laboratório de segurança alimentar, visando garantir a testagem da afrotoxina, salmonela e ceboni bactérias que atacam nos solos a cultura do amendoim durante o seu processo de produção.
Tais bactérias, quando detectadas no amendoim, por exemplo, levam à sua rejeição sobretudo nos lotes destinados à exportação.
Com a instalação deste laboratório, espera-se que a qualidade do amendoim nacional que é comercializado para o mercado europeu, sobretudo na Holanda e Inglaterra, venha a atingir os padrões internacionais de qualidade exigidos, ao mesmo tempo que ao nível interno a sua comercialização passará a ser mais personificada.
O consumo de amendoim infestado pela afrotonixas, salmonela e ceboni pode provocar problemas de saúde pública, daí que a Unilúrio que neste momento funciona com faculdade de medicina, esteja apostada em contribuir para a melhoria das condiçõesde saúde.
Tais bactérias, quando detectadas no amendoim, por exemplo, levam à sua rejeição sobretudo nos lotes destinados à exportação.
Com a instalação deste laboratório, espera-se que a qualidade do amendoim nacional que é comercializado para o mercado europeu, sobretudo na Holanda e Inglaterra, venha a atingir os padrões internacionais de qualidade exigidos, ao mesmo tempo que ao nível interno a sua comercialização passará a ser mais personificada.
O consumo de amendoim infestado pela afrotonixas, salmonela e ceboni pode provocar problemas de saúde pública, daí que a Unilúrio que neste momento funciona com faculdade de medicina, esteja apostada em contribuir para a melhoria das condiçõesde saúde.
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Parcerias.
Parcerias.
Entretanto, neste processo de instalação do laboratório de segurança alimentar, a Universidade Lúrio conta com parcerias da Ikuru, uma instituição que congrega mais de 300 associações de produtores, e a Clusa, uma organização não-governamental que apoia a legalização dos fóruns de camponeses.
Luís Jorge Ferrão, reitor da Unilúrio, sublinhou o facto de a sua instituição, para além de ser um centro de investigação por excelência, vai, com esta aposta que ora abraçou, fazer a certificação e análise ao amendoim nacional com vista a garantir aos mercados que estão a comprar um produto de qualidade.
“Nós teremos que ir para além disso, onde o nosso papel é de continuar as pesquisas para saber em que condições a produção está a ser feita, alertando sobre todos os problemas que forem encontrados em todo o processo”, elucidou Ferrão.
Segundo aquele académico, este pensamento enquadra-se dentro do programa “um estudante, uma família” de que a Unilúrio é pioneira e que consiste em os alunos daquela universidade durante a sua formação estarem em constante contacto com as famílias para trazer à instituição aquilo que por lá acontece.
“Temos que trocar sempre informações com as famílias, pois se um determinado agregado consome apenas amendoim durante uma semana por não conhecer os perigos que daí podem advir, este pode ficar susceptível a contrair algumas doenças, daí a necessidade dessa interacção”, disse reiterando por isso, que a instituição que dirige entra nesta batalha por concluir que se “trata de um problema de saúde pública”.
A província de Nampula contribuiu com 60% da produção nacional de amendoim e que o nosso país pode vir a ser um dos maiores produtores desta cultura alimentar, mas que é igualmente exportada para o mercado europeu, nomeadamente para a Inglaterra, segundo nos afiançaram Moisés Raposo, da Ikuru e Stephen Gudz, da Clusa, respectivamente.
Décio Milton
Luís Jorge Ferrão, reitor da Unilúrio, sublinhou o facto de a sua instituição, para além de ser um centro de investigação por excelência, vai, com esta aposta que ora abraçou, fazer a certificação e análise ao amendoim nacional com vista a garantir aos mercados que estão a comprar um produto de qualidade.
“Nós teremos que ir para além disso, onde o nosso papel é de continuar as pesquisas para saber em que condições a produção está a ser feita, alertando sobre todos os problemas que forem encontrados em todo o processo”, elucidou Ferrão.
Segundo aquele académico, este pensamento enquadra-se dentro do programa “um estudante, uma família” de que a Unilúrio é pioneira e que consiste em os alunos daquela universidade durante a sua formação estarem em constante contacto com as famílias para trazer à instituição aquilo que por lá acontece.
“Temos que trocar sempre informações com as famílias, pois se um determinado agregado consome apenas amendoim durante uma semana por não conhecer os perigos que daí podem advir, este pode ficar susceptível a contrair algumas doenças, daí a necessidade dessa interacção”, disse reiterando por isso, que a instituição que dirige entra nesta batalha por concluir que se “trata de um problema de saúde pública”.
A província de Nampula contribuiu com 60% da produção nacional de amendoim e que o nosso país pode vir a ser um dos maiores produtores desta cultura alimentar, mas que é igualmente exportada para o mercado europeu, nomeadamente para a Inglaterra, segundo nos afiançaram Moisés Raposo, da Ikuru e Stephen Gudz, da Clusa, respectivamente.
Décio Milton
Atravesso o mar sempre azul e, lá mais ao norte de Moçambique, na costa oriental da África da esperança deixando para tráz a neblina das madrugadas do tempo, vou redescobrindo os contornos sensuais da musa da saudade e das eternas recordações de minha adolescência!
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