1/18/08

Ana Alzira Ferreira da Costa Soares Macedo - Missa de Sétimo Dia.

Os filhos, genros e netos residentes em Portugal, comunicam que será rezada missa comemorativa do 7º dia do seu falecimento, no próximo sábado, dia 19 de Janeiro de 2008, pelas 19h00 (horário de Portugal), na Igreja de Samora Correia próximo a Lisboa-Portugal, localidade onde reside sua filha Isabel (Bélita).

No mesmo dia 19 de Janeiro de 2008 pelas 18h00 (horário de Moçambique) será rezada uma missa comemorativa do 7º dia do seu falecimento na Igreja de Maria Auxiliadora na cidade de Pemba em Moçambique.
  • Falecimento de Ana Alzira Ferreira da Costa Soares Macedo - leia aqui !

1/16/08

MARINA ELALI - Uma estrela que deslumbra e canta...

(Imagem original daqui. Clique na imagem para ampliar.)
Dedico este post a todos os moçambicanos que acompanham e apreciam a carreira desta artista.
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Biografia de Marina Elali - uma artista potiguar:
Marina Elali nasceu dia 06 de abril de 1982 em Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, numa família que mistura descendência árabe e pernambucana.
É neta de Zé Dantas, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, um dos compositores mais importantes da música brasileira.
Aos 4 anos, Marina encantou-se com a música clássica que era tocada durante suas aulas de balé e descobriu a música pop ao assistir a um vídeo de Madonna. Sua estréia como cantora foi na própria festa de aniversário, aos 15 anos. “Um dos convidados era um produtor musical lá de Natal. Ele gostou da minha voz e me chamou para fazer a abertura de um show do Fagner”, lembra a cantora.
Estudou música nos EUA, mais precisamente no Berklee College of Music, uma das mais conceituadas escolas do mundo.
Seu pai é um empresário do ramo hoteleiro e bancou seus estudos. Em Boston, passou por três anos de aulas de canto e teoria.
Na volta ao Brasil, foi investindo na carreira. Participou de programas da Rede Globo, como “A turma do Didi” e a novela “O clone” e, como atriz, do filme “Maria, mãe do filho de Deus”.
O destaque iniciou-se no programa Fama da Rede Globo. No Fama a natalense encarnou várias mulheres em uma só. Dengosa feito criança num momento, sensual e agressiva em outro, Marina Elali também levou sua versatilidade para o palco - onde foi do romantismo ao pop dançante.
Teve a música Você na novela América, mas ficou conhecida como cover da música One Last Cry do cantor Brian McKnight na novela Páginas da Vida, essa música estourou nas rádios do Brasil inteiro.
Esteve com a música Sabiá na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes.
Outro sucesso Eu Vou Seguir, o tema de Mirian, personagem de Gabriela Duarte na novela Sete Pecados. Esta música foi gravada especialmente para a novela.
A música-tema no filme Se Eu Fosse Você de 2006, Mulheres Gostam também é de Marina.
Dia 15 de Dezembro de 2007, foi o seu primeiro DVD ao vivo, em Natal no Machadão. Fez questão que seu primeiro DVD fosse na sua terra natal.
Marina Elali exibe uma beleza e uma experiência que impressionam em uma jovem de apenas 25 anos.
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Marina Elali canta "Eu vou seguir" no programa televisivo da Hebe Camargo-SBT hà poucos dias atrás:


(Para evitar sobreposição de sons, não esqueça de "desligar" a "Last.FM" no lado direito do menu deste blogue)
Site oficial de Marina Elali - aqui !

Filme Moçambicano "Terra Sonâmbula" compete no Pune International Film da Índia e Londres.

Dados colhidos nos “IMENSIS”, "CCPM", "DIÁRIO DIGITAL/LUSA" e outros sites informativos da net - O filme `Terra Sonâmbula´, inspirado no livro de autoria de António Emílio Leite Couto (Mia Couto) com o mesmo nome, realizado por Teresa Prata, foi seleccionado para competir no Pune International Film Festival, que começou ontem na Índia, e no Bird`s Eye Film Festival de Londres, dedicado ao cinema realizado por mulheres.
De acordo com o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), o festival de Pune decorre até 17 de Janeiro e o festival de Londres decorrerá entre os dias 06 e 13 de Março.
`Terra Sonâmbula´ é uma co-produção portuguesa, alemã e moçambicana, através da ÉbanoMultimédia, baseado no livro do escritor Mia Couto.
Primeira longa-metragem da realizadora, «Terra Sonâmbula» conquistou em Dezembro do ano passado o Prémio da Federação Internacional da Crítica de Cinema no Festival Internacional de Cinema que decorreu em Kerala, na Índia.
Depois da estreia absoluta a 27 de Agosto passado, no Festival de Cinema de Montreal (Canadá), «Terra Sonâmbula» estreou-se na Europa em Outubro, no Festival Internacional de Cinema de Mannheim-Heidelberg (Alemanha).
O filme, que conta a história de Muidinga, um menino moçambicano que procura a família em plena guerra civil, só tem dois actores profissionais no elenco, a moçambicana Ana Magaia e a portuguesa Laura Soveral. Os restantes actores, incluindo o menino de 12 anos que protagoniza Muidinga são amadores.
Teresa Prata, formada em argumento e realização pela Deutsche Film und Fernsehakademie Berlin (Academia de Cinema e Televisão de Berlim), é também autora das curtas-metragens «Uma Questão de Vida ou Morte» (1994), «Mil Olhos, O Sonhador do Oeste»(1996), «Leopoldo» (1999) e «Partem tão Tristes, os Tristes» (1999).
A realizadora, que passou a infância em Moçambique e a adolescência no Brasil, estudou em Portugal, e agora está baseada na Alemanha, tem uma formação bastante eclética: estudou piano no Rio de Janeiro, formou-se em biologia em Coimbra e cinema em Berlim. "Acho que um cineasta precisa ter a formação mais diversificada possível", defende. Leu o livro de Mia Couto quando estudava em Berlim e achou a história «maravilhosa e fantástica», decidindo passá-la ao cinema, com o consentimento do escritor, que quando visionou a longa-metragem gostou da adaptação feita.
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Terra Sonâmbula - O Fime:
Gênero: Drama
Tipo: Longa-metragem / Colorido.
Produtora(s): Ebano Multimedia, Filmes de Fundo, Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia, Radiotelevisão Portuguesa, ZDF/Arte
Diretor: Teresa Prata
Roteirista: Teresa Prata baseado no romance homónimo de Mia Couto
Elenco: Tânia Adelino, Candido Andrade, Valdemar António, Aron Silva Bila, Marcela Chambale, Eugénio Cumbane, Márcia Cumbane, Aliaga da Silva, Eduardo Durão, Cergílio Félix, Afonso Francisco, Hélio Fumo, Ilda Gonzalez, Prafutabai Jaiantilel, Aladino Jasse
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Primeiro romance do moçambicano Mia Couto, já bem conhecido e apreciado pelo público português, Terra Sonâmbula tem como pano de fundo os tempos de guerra em Moçambique, da qual traça um quadro de um realismo forte e brutal.
Dentro deste cenário de pesadelo movimentam-se personagens de uma profunda humanidade, por vezes com uma dimensão mágica e mítica, todos vagueando pela terra destroçada, entre o desespero mais pungente e uma esperança que se recusa a morrer.
Terra Sonâmbula é um romance admirável, sem dúvida uma das melhores obras literárias que nos últimos anos se escreveram em português.

Ronda pela net - Moçambique, Brasil e as cheias...

Escrito há pouco no "Lanterna Acesa" por Zé Paulo Gouvea Lemos:
Ao ler notícias sobre as cheias em Moçambique, pensei em fazer um paralelo da tragédia moçambicana com a que se vem passando no Brasil, em especial no estado de São Paulo.
Acabei por deletar o texto quando tinha ainda poucas linhas por já me mostrar que não há como se fazer paralelos de tragédias, ou porque temos situações sociais diferentes, embora em planos terceiros “mundistas”, ou porque temos condições geográficas diferentes nas regiões mais atingidas ... O que pude perceber é que se levanta em Moçambique a possibilidade das cheias que por lá chegam ainda não estarem no seu pico e que podem mesmo virem a ter níveis piores do que as que aconteceram em 2000/2001. Coloca-se mesmo a possibilidade que os níveis das cheias venham aumentando nos últimos anos, mas não se sabe ainda dizer se é uma tendência ou um ciclo.
Casualmente, ou não, as chuvas que se precipitam na região do Estado de São Paulo estão acima da média dos últimos 15 e 40 anos, dependendo das micro regiões atingidas. Também é por aqui período de chuvas e de enchentes, termo mais usado por terras brasileiras, mas o volume de água que tem caído estes dias é muito grande.
Se é o “El Nina”, se é o planeta que está ficando quadrado,... que é difícil de brigar com e prever a natureza, é...mas sabendo que existem alguns ciclos a serem repetidos, com mais ou menos intensidade, haveriam os governos envolvidos estar mais comprometidos com programas preventivos, em especial quando temos inúmera população em regiões hidrográficas e geograficamente localizadas que as deixam mais prepostos a este tipo de tragédia.
Postado por Zé Paulo Gouvêa Lemos no "Lanterna Acesa" - 16/01/08.
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E eu acrescento que tais tragédias têm muito a ver com o descaso e atrevimento do ser humano para com a natureza: lixo, poluição, desmatamento irresponsável, emissão de gases, falta de educação ecológica e cívica, caça e pesca ilegal e cruel, natalidade descontrolada gerando excesso de população, migração exagerada, etç., etç., além da ganância irresponsável de países e lideres políticos que, visando lucro financeiro e político/eleitoral, alteram o curso da natureza, desprezam o controle da poluição e permitem a invasão e destruição de santuários ecológios e não só.
É ! Belo legado oferecemos ou deixamos para nossos filhos e netos !!!

1/15/08

Angola elege Miss Mina Terrestre...

Imagens das candidatas - aqui !
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BBCBrasil.com - 15 de janeiro, 2008 - 12h35 GMT (10h35 Brasília) - Angolanas mutiladas participam de concurso de beleza:
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Um concurso de beleza em Angola vai premiar com uma prótese a Miss Mina Terrestre, que será eleita entre dez candidatas que foram mutiladas em explosões de minas no país.
O concurso já está aberto e será realizado pela internet: os internautas poderão votar na candidata favorita pelo site do evento.
Ao lado do Afeganistão e do Camboja, Angola é o país com mais minas terrestres espalhadas por seu território.
O projeto, financiado pelo governo angolano e pela União Européia, foi idealizado pelo artista norueguês Morten Traavik.
As candidatas participaram de uma sessão de fotos dirigida pelo artista em parceria com ONGs que trabalham com o auxílio para vítimas de minas terrestres.
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Orgulho
No site do concurso, Morten diz que, entre os principais objetivos do evento, estão o alerta para o perigo das minas, além de promover o orgulho para as mulheres mutiladas, questionar os padrões de perfeição física e a substituição do termo "vítima" para "sobrevivente".
A vencedora do Miss Mina Terrestre será conhecida durante uma cerimônia de gala no dia 4 de abril, em Luanda, data escolhida pela ONU para celebrar o Dia Internacional da Conscientização e Ação contra as Minas.
As minas terrrestres em Angola são resultado de quase quatro décadas de guerra civil entre os grupos MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e o Unita (União Nacional para Independência Total de Angola).
Mesmo após o fim da guerra civil, em 2002, 10% do território do país permanece contaminado com minas terrestres. Algumas estimativas apontam que o país ainda tem entre 5 e 10 milhões de minas não detonadas.
Mais de 70 mil angolanos já foram mutilados pelas explosões e mais de 2 milhões correm risco de sofrer acidentes em minas terrestres no país.

1/14/08

Diversificando - Brasil, o foco agora é o Carnaval...e não só ! - II

[Imagem daqui...Não se esqueça de votar pois a disputa continua {;~0))))]
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E o Ancelmo Gois, "titular" pleno do concurso das belas mulatas acima, diz em seu blog lá do Rio de Janeiro, referindo Moçambique:
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Nomes que se vão
Trinta e dois anos depois de se libertar de Portugal, Moçambique começa este ano a retirar de logradouros e edifícios os nomes que não se identificam com a história do país.
Ruas, avenidas e praças que ainda tenham nomes referentes aos antigos colonizadores passarão a ter nomes que tenham relação com a história e a tradição local.
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Sua colaboradora Lilian Quaino acrescenta:
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Sai Dom João, fica Mandela
Para o diretor nacional de Organização Territorial, do Ministério de Administração Estatal, Manuel Rodrigues, não faz sentido que Moçambique continue a ter nomes colocados durante o regime colonial, “como se o país não tivesse a sua própria história”.
Em Maputo, capital do país (que se chamava Lourenço Marques e que teve o nome mudado na independência), ruas de bairros luxuosos têm nomes como Dom João, Fernão Magalhães, João Gama, entre outros, reclama o diretor de Organização Territorial.
Ele disse que serão mantidos nomes de estrangeiros amigos como Agostinho Neto, Nelson Mandela, Fidel Castro e outros, que estão ligados à história recente do país. “Não faz sentido que o país continue refém de nomes que só nos fazem lembrar momentos difíceis, de dor e humilhação vividos durante a dominação colonial”, diz Manuel Rodrigues.
O jornalista Fernando Gil, no seu blog, provoca: “Suponho que no projeto esteja incluído o próprio nome do país, Moçambique, não só porque a palavra é criação do português colonial, como o próprio país só existe porque Portugal o fez”.
Angola passou por processo semelhante trocando nomes de cidades inteiras como Nova Lisboa para Huambo ou Moçâmedes para Namibe. Ruas da capital Luanda hoje têm nomes de famosos comunistas e o tradicional Liceu Salvador Correia, onde estudou Agostinho Neto, por exemplo, hoje se chama Mutu ya Kevela.
E será que o diretor moçambicano Manuel Rodrigues vai trocar seu nome português por um nome de origem nativa?
E se fosse no Rio de Janeiro, que nome teria o bairro do Estácio?
Ou como rebatizaríamos o Vasco da Gama?