1/14/08

Faleceu Ana Alzira Ferreira da Costa Soares

Nome - Ana Alzira Ferreira da Costa Soares.
Nasceu no Ibo em 30 de Junho de 1926. Residiu a maior parte de sua vida em Porto Amélia hoje Pemba.
Foi casada 60 anos com o Senhor Pantaleão António Macedo, também natural do Ibo e já falecido, sepultado em Nampula.
Veio para Lisboa faz poucos anos.
Mâe de Arsénio António Macedo, Estefânia, Maínho, Caucho, Belita, John e António.
Faleceu ontem de manhã com 81 anos de idade.
O corpo está na Igreja de Patameiras - Odivelas.
Seu funeral realiza-se hoje às 16h00 para o cemitério de Odivelas que fica na antiga estrada de Paiã - Rua Antero de Quental (às Patameiras) - Odivelas.
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Acrescento:
Foi e é uma grande MÃE e uma SENHORA !
As pessoas só passam da parte física para a espíritual...Permanecem em espírito pairando, olhando por nós...
A D. Ana Alzira, de olhar bonito, genuínamente Moçambicana até na forma de vestir, recebeu-me vezes sem conta, de braços abertos, quando criança, em sua casa de macuti e barro mas repleta de conforto humano e amizade, na Porto Amélia colonial, como se seu filho fosse.
Para lá "fugia" com meu companheiro Arsénio, depois das aulas, para ouvir eternas melodias de Roberto e Erasmo Carlos, tocadas em um Teppaz a pilhas e com intervalos onde nos presenteava Mãe Ana Alzira com umas chamussas sem igual.
Sentia-me muito bem naquela casa lá do Natite que jamais esquecerei !!!
Voltei a abraçá-la hà pouco mais de um ano atrás em Loures.
Já não estava bem.
Mas o sorriso e os olhos bonitos eram os mesmos...Acariciaram meu coração longamente e agarrou minhas mãos com a força da saudade de muitos anos...
Pouco falava...Queria voltar para Moçambique para perto do seu saudoso Pantaleão falecido em Nampula...queria voltar a sentir o calor de África.
Vim embora com o pressentimento que não a voltaria a ver no mundo terreno. Mas abraçá-la-ei no futuro, no mundo espíritual. E sei que me receberá e abraçará como sempre, sorridente com seu olhar bonito e meigo.
Jaime Luis Gabão - Brasil, 13/01/08

Palma, em Cabo Delgado declara guerra aos animais...

POR VENTURA ALGUÉM JÁ INDAGOU OU TENTOU PESQUISAR O PORQUÊ DE OS ANIMAIS DA SELVA, NOMEADAMENTE OS ELEFANTES AFRICANOS, EXERCENDO SEU INSTINTO NATURAL DE SOBREVIVÊNCIA, PASSAREM A DESTRUIR AS CULTURAS AGRICOLAS E A HOSTILIZAR O SER HUMANO ?
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Palma - Cabo Delgado: Conflito Homem/animal ganha níveis calamitosos - Pedro Nacuo, Maputo, Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2008:: Notícias
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Cerca de 370 hectares de culturas diversas, entre as quais extensas áreas de palmar, cajueiros, mapira, mandioca e arroz, foram destruídas em Palma por elefantes e outros animais bravios, deixando sem sustento 836 famílias.
A acção dos animais naquele distrito setentrional está a tomar níveis de uma calamidade natural e o Governo distrital ainda não possui nenhum plano para socorrer as vítimas, embora reconheça que o conflito representa um dos mais persistentes problemas, que trava o bem-estar dos habitantes daquele ponto da província de Cabo Delgado.
Numa visita efectuada semana finda à Palma, constatou-se extensas áreas de palmar e de cajueiros destruídos, assemelhando-se à acção de um ciclone, sobretudo no posto administrativo de Quionga, com destaque para a sede e as aldeias de Namoto e Quirinde, onde famílias estão de braços cruzados depois da razia das suas culturas, provocada pelos animais bravios.
O elefante é apontado como sendo o mais destruidor.
Amade Issa, um dos residentes da sede do posto administrativo de Quionga, perdeu 310 coqueiros e 210 cajueiros. Trata-se de um dos cidadãos que representa apenas uma das 836 famílias estimadas pelo Governo distrital.
A vítima não esconde a sua total insatisfação, sobretudo por as autoridades não se mostrarem capazes de resolver o conflito nem de minorar a situação calamitosa em que se encontram as pessoas depois de verem os seus produtos arrasados pelos paquidermes.
“Eu estou a falar de 310 coqueiros, 10 hectares e 210 cajueiros meus que foram deitados abaixo por elefantes. Os animais destruíram ainda machambas de mapira e de mandioca. Não sei o que darei à minha família, composta por duas esposas e treze filhos”, disse.
Neste momento, conforme o nosso entrevistado, a população residente nas três regiões citadas vive de peditórios ou recorre à outras formas para conseguir algo para comer na vizinha Tanzânia.
O chefe do posto de Quionga, Francisco Kawawa, disse ter caminhado as preocupações ao distrito e as autoridades de Palma falam da estratégia local que consiste na criação de uma unidade de caçadores locais a ser estabelecida naquele ponto e ainda sobre algumas medidas tradicionais.
Kawawa confirmou que os elefantes atacam todos os dias a acrescentou que as estruturas já perderem a contagem das áreas cultivadas e que foram destruídas.
“O resultado imediato é a fome que enfrentaremos este ano, pois todo o esforço dos camponeses foi em vão. Localmente, a solução passa pela criação de uma unidade de caçadores e pelo recurso a métodos tradicionais, mas receamos que não sejam eficientes”, disse.
O chefe do posto ajuntou que os ataques agravaram-se em 2007, falando-se de muitos grupos de elefantes, embora sublinhe que os maiores estragos são responsabilizados a um paquiderme solitário.
Palma situa-se no extremo do país, junto à fronteira com a Tanzania, na zona de Cabo Delgado, que deu o nome àquela província e tem na agricultura como o principal sustento dos seus habitantes.

Guerra Colonial em África - Série documental "A Guerra" - IV

Do Moçambique Para Todos: Passou a RTP no seu 1º canal uma série intitulada A GUERRA, da autoria do jornalista Joaquim Furtado.Essencial para quem quer conhecer a história de Portugal e dos novos países de língua oficial portuguesa nas últimas décadas.
Se não viu, poderá encontrar e ver a 1ª Série de 9 episódios aqui.
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Video de um depoimento no programa Prós e Contras da RTP - Comando Sargento Monteiro:

(Para evitar sobreposição de sons, não esqueça de "desligar" a "Last.FM" no lado direito do menu deste blogue)

1/13/08

Cabo Delgado - O perigo da manipulação popular...ou quando os políticos usam o povo.

( Imagem daqui)
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O perigo da manipulação
Crónica de Pedro Nacuo - sábado, 12 de janeiro de 2008:: Notícias - Há-de ser a quinta ou sexta vez que aqui falámos de quem fala em nome do povo, mentindo às toneladas, metendo na boca desse sempre necessário e quase invisível fenómeno, quando a ambição se torna desmedida, o POVO!
Não é por acaso que se trata de uma designação com raízes políticas, para se referir às pessoas.
E povo acaba sendo um termo a usar sempre que nos descobrimos insignificantes para determinadas aventuras.
É o povo que gosta de um determinado dirigente, é o povo que não quer isto e aquilo assim como é o povo que quis fosse representado por quem o representa, ainda que em poucas vezes razoavelmente, mas muitas vezes mediocremente.
E é usando o povo que os nossos dirigentes são todos os dias enganados.
São enganados que são da total estima do povo, esse que dizem que faz ofertas aos seus dirigentes: galinhas, cabritos, cabeças de vaca, objectos de arte, etc.
Diz-se que é o povo que está a oferecer.
Nenhum governador disse ao Presidente da República ou outro dignatário hierarquicamente superior que a oferta foi maquinada por si e nalguns casos custou a força para obrigar o povo a dar.
Ninguém já disse que noutros casos eles mesmos tiveram que comprar para oferecerem-no em nome do povo.
Os políticos são facilmente enganáveis, não sei porquê!
E assim quando descem aos distritos, os governadores são “vítimas” do mesmo tratamento pelos administradores e outros funcionários subalternos, tudo em nome do povo.
Qualquer dia receberão (se ainda não aconteceu) um produto roubado ao povo para serem oferecidos em nome do mesmo.
Ora, em Quissanga, num comício popular orientado pelo governador provincial, levantam-se intervenientes que disseram que estavam a gostar do novo administrador.
Estavam a falar em nome dos outros, do povo.
Que era um dirigente que se algum dia tivessem que mexe-lo fosse apenas para subir de cadeira.
Ou é administrador de Quissanga ou sobe para qualquer coisa como director provincial de outra coisa, ou governador, ou outra coisa ainda superior.
Isso meteu-se na boca do povo.
Disseram, em nome do povo, que uma viatura para o senhor administrador, é pouco.
Justificaram que quando ela está com o secretário permanente, o administrador fica sem meio para locomoção.
Certo! Então o povo estava a pedir mais uma viatura para o administrador.
Esse povo!!!
Entretanto, aqui perto dos jornalistas alguém da audiência quer saber quem é que estava a falar, pois não se tratava duma cara facilmente identificável.
Até se queria saber donde tinha vindo, primeiro pela forma como falou em nome do povo, segundo, simplesmente porque parecia uma pessoa desconhecida.
Em Palma, muito já se disse.
O administrador distrital pós no programa do governador a visita a uma pensão na vila, construída recentemente, numa sede distrital onde não havia nenhum lugar de hospedagem.
Bravo!
Quando se quis saber de quem é a pensão, a resposta não se fez esperar: do senhor administrador, aliás, da esposa do senhor administrador.
Ficou mais intransparente do que opaco ou translúcido.
E o povo veio ao comício denunciar um comboio de desmandos do chefe máximo do distrito.
E o outro povo, este constituído por sete a oito pessoas, no mesmo comício, disse tudo de bom do administrador: que tinha feito uma pensão, trouxera uma parabólica para ver televisão, a água voltara a jorrar e a energia eléctrica havia, igualmente, regressado ao convívio de gente média da sede do distrito.
O povo de Palma virou povos!
Todos os presentes viram-se complicados a ponto de o governador mandar impor disciplina, porque quando um povo falava o outro povo contradizia em voz alta, de forma claramente indisciplinada.
Saímos sem saber de que povo se tratava.
Vieram as acusações mútuas de terem sido contratados para falar.
Eliseu Machava (a experiência manda...) tinha que cair numa acertada medida: mandar ir perceber!
Para tanto, enviou os seus homens de competência técnica e investigativa reconhecida para trazer algo que se aproxime à verdade, entre tudo o que um povo disse, o outro povo desmentiu e aquilo que se disse do povo nos relatórios e mensagens.
Estamos à espera do relatório.
Em Nangade, sempre que se fala da aproximação de uma visita importante há um agente económico que prepara pessoas para irem depor contra alguns sectores de actividade, bastas vezes, a Migração, as Alfândegas, a Guarda-Fronteira e a Polícia da República de Moçambique.
São instituições incómodas para o caso de Nangade, sobretudo para quem, sendo agente económico, pretende exercer a actividade, aparentemente para o benefício do povo, mas sem pagar os impostos e taxas correspondentes, que na verdade são para o benefício desse mesmo povo.
Disseram-nos que até paga a quem vai falar.
E quem fala, fá-lo em nome do povo, porque é ao povo que se pede que fale.
E assim os comícios animam, há muitos aplausos, gritos estridentes, acabando por se ficar com a sensação de uma boa reunião onde o povo se expressou a contento.
O agente económico, bem conhecido, até vai ao comício controlar os seus mandados, a ver se colocaram os pontos como queria, normalmente que enfraquecem as instituições, principalmente quando a resposta do chefe for de condenar as pretensas atitudes dos agentes do estado.
P.S. - E aí está o cúmulo da instrumentalização: em Nangade um cego levantou-se para dizer ao governador que andava muito decepcionado com a educação pois que ultimamente via (de ver) alunos sujos e rotos a irem para a escola, onde encontravam os professores aprumados, asseados e todos com batas limpas.
E para ele a educação não está a funcionar bem porque também não ensina os alunos a ficarem limpos.

1/11/08

SAÚDE em Portugal - Como não é a digníssima Mãe deles que precisa do serviço de urgências hospitalares...IV

O drama ou tragédia que vivem milhares de portugueses atingidos com o encerramento das "urgências hospitalares" é danoso, preocupante e desperta sentimento de revolta para com os "artífices" de tal requalificação desastrosa de serviços de saúde em Portugal.
As notícias vão chegando via net e falam até em situação desesperante.
O "Portugal Diário" (edição eletrónica) em reportagem de Anadia a Vila Real, onde o senhor António Correia de Campos arremeteu em força com o encerramento de urgências sem antes providenciar alternativas, diz que "a população fala em situação «desesperante», não entende as razões da mudança e já não sabe a quem recorrer em caso de emergência."
E continua: "O desabafo foi lançado por um grupo de pessoas que aguardava pacientemente pelo familiar junto às urgências do Hospital de Vila Real.
Vindos de Chaves, tiveram de percorrer 60 quilómetros para resolver uma emergência, quando tinham à distância de 20 quilómetros, em Verín, um serviço que poderia resolver-lhes o problema:
«Se no Alentejo vão a Badajoz, nós também deveríamos aproveitar e ir a Espanha».
A requalificação dos serviços de urgência em Portugal está a causar polémica, com o ministro Correia de Campos a seguir as indicações dos peritos e os doentes a sentirem o seu impacto sem que haja uma real comunicação com as populações.
No terreno, sente-se apenas a reacção e não a acção.
Sabe-se o que vai fechar, não se conhecem as alternativas.
À porta das antigas urgências, como acontece em Peso da Régua ou Anadia, surge agora um aviso: em caso de urgência ligue para 808 24 24 24 (linha Saúde 24) ou 112.
Na realidade, as pessoas queixam-se, necessáriamente pela falta de informação, talvez pela falta de habituação, quase sempre pelas longas deslocações, pelo cansaço acumulado.
O Hospital de Vila Real acaba por ser um exemplo de aglutinação, pois passa a receber cada vez mais pacientes.
Numa noite, que não precisa de ser muito agitada, é usual ver chegar ambulâncias de sítios tão díspares como Chaves, Santa Marta de Penaguião, Alijó ou Lamego... ..."(e o restante da reportagem continua aqui).
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E eu acrescento:
Em suma, boa reportagem expondo a realidade.
Entretanto vem a público muita conversa-fiada por parte de "responsáveis" que tentam simplificar e justificar esta tragédia lusa como se fosse possível "cobrir o sol com uma peneira".
De minha parte repito aqui a vivência dolorosa de familiares em Portugal que, por e-mail, detalham a realidade lamentável acontecida em Vila Real-emergência há poucos dias:
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""""Todos temos de reclamar, de falar até que nos ouçam !!!!
Conto o que se passou dia 4 de Janeiro último, no hospital de Vila Real:
- Por volta das 18h30 da tarde a nossa Mãe sentiu-se mal em casa na Régua.
- Liguei de imediato para o 112 e eles demoraram cerca de 10 minutos.
- Os bombeiros que atenderam ao chamado perderam imenso tempo à procura do equipamento médico para emergências que não encontravam e que teriam de usar com a nossa doente...Falta de hábito ?... Depois telefonaram, porque a isso são obrigados, não sei para quem, a questionar para onde levar a paciente. Mais tempo perdido e eu desesperada a desatinar...Decidem então que vai para o Hospital de Vila Real.
- Deu entrada às 20horas. Uma hora e meia após o pedido de "socorro emergêncial".
- Quando chegou ao hospital não tinha maca para ficar já que o mesmo hospital estava a "estourar pelas custuras".
- Como os bombeiros não a podiam deixar no chão tiveram que aguardar que liberassem uma maca para a deitar. O que aconteceu um longa hora depois quando voltaram à Regua para atender outras emergências.
- A Mãe deu entrada no hospital como caso urgente mas, até ser vista por um enfermeiro quando deveria ser atendida por um médico, demorou mais de uma hora. Nessa noite malfadada do dia 4 de janeiro chegavam constantemente ambulâncias de todas as partes e o hospital "explodia" de doentes.
- Por volta das 22 horas (três horas e meia depois que chamei os serviços de emergência) finalmente é vista por um médico que manda fazer alguns exames.
- Às 23 horas (quatro horas e meia depois que chamei os serviços de emergência) faz os exames ao sangue. Mais tarde um raio x. E a espera na sala da urgência era horrível com montes de pessoas doentes. A maior parte idosos... Não imagina o corredor repleto doentes a passar mal. No ar um cheiro forte, enjoativo que me fez sentir mal.
- Entretanto a espera continuava... De tempos em tempo perguntavamos o que se passava com nossa Mãe e ninguém dizia nada. Só que tinhamos que aguardar.
- O tempo passou e cerca das 04h30 da madrugada (dez horas depois que chamei os serviços de emergência) o segurança veio informar que a nossa Mãe doente tinha de ficar "internada" para observação, naquele corredor de hospital sem condições e a abarrotar de doentes.
Nesse tempo todo de espera não apareceu um médico para nos informar o que se passava com nossa Mãe. Só a boa-vontade de um leigo em saúde - o segurança - é que esclareceu por dó, algumas de nossas interrogações.
- Na manhã de sábado, dia 5, às 9h00 (quatorze horas e meia depois que chamei os serviços de emergência) fomos informados pelo hospital que a Mãe tivera alta e, quando lá cheguei para indagar ao médico o mal que a acometera não o localizaram. Não consegui falar com ele. Um enfermeiro, a meu pedido, pegou os papéis que estavam sobre a Mãe e informou lacónicamente que teria sido um mal súbito...!!!
...Traumatizante. Deus permita não tenha de usar a "emergência" tão cedo.""""
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Necessários mais comentários ?
É este o "retrato" do atual sistema de saúde em Portugal.
Não dá para ficar calado.
Magoa, revolta, preocupa.
Entre outras coisas é muita falta de respeito para com o cidadão comum, limitado económicamente e dependente desses serviços públicos sociais. Porque, repito, se fosse a digníssima Mãe do senhor Sócrates ou de outro ministro, não passaria certamente, como a Mãe cidadã anónima e comum passou, por uma qualquer emergência hospitalar fria, desprovida de condições de atendimento e de bem cuidar dos doentes, distante de sua casa, neste Portugal interiorano...!
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  • SAÚDE em Portugal - Como não é a digníssima Mãe deles que precisa do serviço de urgências hospitalares... - Parte 1 !
  • SAÚDE em Portugal - Como não é a digníssima Mãe deles que precisa do serviço de urgências hospitalares... - Parte 2 !
  • SAÚDE em Portugal - Como não é a digníssima Mãe deles que precisa do serviço de urgências hospitalares... - Parte 33 !

Leia também:

  • Requalificação das urgências ainda por cumprir - aqui !
  • O que fazer em caso de emergência ? - aqui !
  • Ministro não cumpre plano para as urgências. - aqui !
  • Algumas imagens - aqui !

Ronda pela net - A Régua de minhas raízes tem nova rádio FM...

Escute aqui e aproveite para fazer uma visita à bela capital da vinha e do vinho do Porto lá pelo Douro de Portugal aqui:
Peso da Régua na net - http://paginas.terra.com.br/turismo/pesodaregua/