3/29/09

TETE: Onde fica a fome do povo?... No palácio do administrador?...

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Não é notícia referente a Pemba, mas diz repeito a uma província de Moçambique. E, os responsáveis pelo mau uso de dinheiro público, "reis e senhores" que dispôem de vidas e bens da plebe como nos tempos feudais, pois até ameaçam jornalistas com a "pena" de morte, estão a penalizar o povo sofrido de TETE que passa fome e muita:

“Sete milhões” : Desvios disparam em Tete - segundo a PGR naquele ponto do país. - A Procuradoria-Geral da República em Tete manifestou, recentemente, inquietação pelo incremento dos casos de desvio de fundos do Estado alocados aos distritos para o desenvolvimento de iniciativas locais, vulgo sete milhões de meticais.

Júlio Mutisse, chefe provincial da Procuradoria da República em Tete, disse que a situação preocupa de certa maneira o sector pelo facto de pôr em causa os esforços do Governo tendentes ao combate à pobreza absoluta.

“Urge, portanto, a necessidade da sensibilização contínua dos gestores destes fundos para a prevenção e tomada de medidas legais pertinentes de modo a reverter o cenário, porque a situação vai de mal a pior e está cada vez mais a atingir contornos bastante preocupantes.

Temos já encarcerado alguns administradores distritais dentre outros responsáveis indiciados no desvio do fundo destinado ao financiamento de programas de geração de emprego e comida nas comunidades”, disse Mutisse.

Os desvios e má aplicação dos fundos do Estado alocados aos distritos para o desenvolvimento de iniciativas locais muitas vezes iniciam no nível mais alto, na província, onde os montantes são “amputados” antes do seu envio aos distritos, alegadamente para o pagamento de outras despesas alheias ao programa.

Alguns administradores contactados sobre a gestão dos vulgos sete milhões de meticais confirmaram que, frequentemente, o montante não chega na totalidade aos distritos nos últimos dois anos, situação que lhes deixa preocupados, uma vez que muitos projectos das populações encontram-se arquivados, aguardando cabimento orçamental.

No entanto, Herménio Pereira, chefe do Departamento de Edificações na Direcção Provincial das Obras Públicas e Habitação em Tete, disse recentemente ao nosso jornal, em Mutarara, que as despesas da obra de reabilitação da residência do administrador em curso será coberta por uma parte dos sete milhões de meticais alocados para aquele distrito.

“Estamos a fazer um trabalho de primeira classe na reabilitação da residência do administrador. Ela tem que ser uma referência na província a nível dos distritos, logo após a sua conclusão no próximo dia 31 de Março. Todo o material, desde mosaico, tijoleira, louça sanitária e de cozinha é de marca, foi adquirido na cidade da Beira. Para a execução desta obra por instruções do Governo provincial tivemos que recorrer aos sete milhões alocados ao distrito no âmbito do desenvolvimento de iniciativas locais, porque senão nunca mais recuperaríamos a obra”, disse Herménio Pereira.

Aquele técnico das Obras Públicas afirmou, entretanto, que a reabilitação do edifício do Governo do distrito de Mutarara, paralisada desde 2005, ainda não tem data definida para o seu reinício, porque a província ainda não dispõe de fundos.

O Governo distrital de Mutarara está bastante apreensivo com esta situação, dedoque a região está a registar bolsas de fome, obrigando as comunidades a alimentarem-se de tubérculos silvestres para a sua sobrevivência, o que já está a trazer consequências na saúde nos postos administrativos de Charre, Inhangoma e Dôa, onde estão reassentadas as vítimas das cheias.

“Estamos preocupados, porque agora atravessamos uma fase crítica de alimentação, a campanha agrícola em curso fracassou devido à seca. Há fome no distrito e em algumas zonas as populações estão a comer ´nhica´, um tubérculo aquático e não podemos usar os sete milhões de meticais para a compra de comida, uma vez que uma parte do valor foi desviada para obras de reabilitação da residência do administrador por instruções do Governo da província”, disse uma fonte do Executivo distrital de Mutarara.

Entretanto, a Procuradoria Provincial da República insurgiu-se recentemente numa das sessões do Governo Provincial, pedindo ao Governador Ildefonso Muananthata um esclarecimento mais detalhado sobre os desvios de aplicação daquele montante e dos fundos alocados ao programa da construção de casas para as vítimas das cheias de 2006/7 no distrito de Mutarara, a sul da província de Tete.

“Estamos a constatar frequentes desvios dos fundos do Estado na província. A aplicação do dinheiro do Estado tem regras, só pode ser usado devidamente orçamentado, por isso que pedimos um esclarecimento detalhado ao governador, porquê senão estamos numa situação de saque ao tesouro do Estado”, disse a nossa fonte.
- Bernardo Carlos-Maputo, Sábado, 28 de Março de 2009:: Notícias.
  • Mais um jornalista Moçambicano ameaçado de morte. - Aqui!

3/27/09

Mais um jornalista moçambicano ameaçado de morte...

Depois de tanto disparate e absurdo acontecido, afirmado e lido por esse mundo à nossa volta nos últimos cinco dias, só faltava esta "notícia" para encerrar a semana:

Jornalista de Moçambique é ameaçado de morte por governador de província do país.

""A organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) divulgou um comunicado nesta sexta-feira (27) protestando contra as ameaças de morte sofridas pelo jornalista moçambicano Bernardo Carlos, do jornal Notícias.

Durante um discurso realizado no dia 16 de março, o governador Ildefonso Muananthatha, da província de Tete, afirmou que o jornalista teria o mesmo destino que seu colega Carlos Cardoso, assassinado em 2000.

"Sabe o que aconteceu com o jornalista Carlos Cardoso? Não se admire se um dia acordar sem o braço que está usando para me acotovelar", declarou o governador. Na ocasião, Bernardo Carlos estava acompanhado de profissionais do canal público Televisão de Moçambique (TVM), da Rádio Moçambique e do jornal Diário de Moçambique.

Segundo o governador, o jornalisa teria questionado em artigos sua política de empregos públicos e de serviços municipais - especialmente a conservação da rede elétrica - e as atitudes sobre as inundações ocorridas na província há dois anos, informou a RSF.

"Condenamos as declarações chocantes do governador Muananthatha. A referência a Carlos Cardoso não é inocente, pois a tragédia que representou o seu assassinato permanece gravada na memória de todos os jornalistas moçambicanos. Solicitamos às autoridades que levem estas ameaças a sério e façam o possível para garantir a segurança do jornalista", disse a organização.

Pouco antes de ser assassinado, Carlos Cardoso investigava um desvio de fundos de vários milhões de euros do Banco Comercial de Moçambique.""
- Redação Portal IMPRENSA, publicado em 27/03/2009, 13:26.

Acrescento perguntando: O que tem a esconder o sr. Ildefonso Muananthatha para se sentir acuado a ponto de ameaçar com a morte um jornalista que cumpre a obrigação de informar e desmascarar o que vai mal em sua província?... Pois saiba sr. Ildefonso Muananthatha e não se esqueça que os olhos, ouvidos e opinião do mundo estão abertos e atentos!

3/26/09

Retornados de África: A mancha que não se apaga - Espoliados em Moçambique querem ser ressarcidos!

Depois de Abril de 1974, a "novela" que envergonha continua:

Tomar: Retornados de Moçambique querem ser ressarcidos.

Sete portugueses que regressaram de Moçambique após a independência querem que o Estado português lhes pague juros pelo tempo que demorou a restituir-lhes as quantias que haviam depositado nos consulados e que devolva os emolumentos e acréscimos que pagaram.

O processo, que entrou no Tribunal de Tomar em Abril de 2000, tem sexta-feira a sessão de audiência destinada às alegações finais das partes.

Na sequência da independência de Moçambique e da eclosão da guerra civil, os queixosos depositaram, em 1976, dinheiro nos Consulados de Portugal em Maputo e na Beira (num total de cerca de 3,1 mil contos, 15,5 mil euros), com a promessa de que esses montantes lhes seriam devolvidos a breve prazo já em Portugal.

Contudo, já em Portugal, e apesar de sucessivas solicitações no sentido de reaverem o dinheiro com que poderiam refazer as suas vidas, o Estado apenas reembolsou as quantias depositadas nos Consulados 20 anos depois (nos anos de 1995 e 1996), sem ter em conta a depreciação do escudo nesse período, alegam os queixosos no processo.

«O valor aquisitivo dos montantes que o Estado se propôs a pagar era mais de 15 vezes inferior ao valor aquisitivo ao tempo do depósito», afirmam na acção.

Os sete queixosos consideram que o Estado devia restituir os emolumentos pagos, as quantias depositadas e os juros vencidos e que, ao não o fazer, entrou em mora, que «constitui o devedor na obrigação de reparar os danos causados ao credor».

O Estado alega que quando restituiu as quantias aos autores da queixa, estes renunciaram à indemnização pelos juros de mora.

Contudo, essa renúncia foi feita por simples documento particular e não por escritura pública.

A acção que corre no Tribunal de Tomar, encaminhada para os mandatários pela Associação de Espoliados de Moçambique, pede, nomeadamente, que sejam declarados nulos, por carecerem de forma legalmente prescrita, os contratos que os autores celebraram com o réu, bem como as posteriores renúncias aos juros.

Pede ainda que o Estado seja condenado a pagar os juros legais de mora vencidos desde a data da interpelação até à data da devolução dos montantes depositados, da ordem dos 11 mil contos (55,4 mil euros), bem como 60,5 mil contos (cerca de 302 mil euros) de emolumentos e acréscimos.

Os autores pedem igualmente uma indemnização por danos morais e patrimoniais devido ao não cumprimento atempado da obrigação de restituição dos depósitos.

O valor total da acção ronda os 71,6 mil contos (cerca de 358 mil euros).

Na contestação, o Estado alega que restituiu as quantias depositadas, que os queixosos estavam devidamente alertados no momento em que assinaram a declaração de que mais nada tinham a receber ou a reclamar e que eventuais juros terão prescrito.

Num processo semelhante a este, que correu em 2006 na 4ª Vara Cível de Lisboa, o Estado foi condenado a pagar 17 vezes o valor do depósito consular efectuado por um queixoso, sentença confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça, mas a juíza do processo que corre em Tomar indeferiu o pedido de junção destas decisões judiciais.
- Diário Digital/ Lusa, quinta-feira, 26 de Março de 2009 11:43.

  • Outros post's deste blogue que mencionam o "drama" dos "retornados de África espoliados em 1975 - Aqui!

3/25/09

Roberto Carlos - O Rei: 50 anos de carreira!

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"Companheiro" desde nossa adolescência em Porto Amélia/Pemba, Roberto Carlos é figura que hà muito atravessa fronteiras e prezada por muitos de nós que lemos este blogue. Com suas canções já eternas, leva-nos a lembranças dos anos 60/70 e a um tempo repleto de emoções para quem despertava para a vida adulta ao som de "modernos gira-discos" a pilhas "Teppaz", em sábados à tarde, lá pelas garagens e salões moçambicanos das casas de nossos Pais, onde vivenciavamos bailes entre colegas e construiamos romances e sonhos que um dia a vida interrompeu...
Só por isso já vale este post e o que abaixo coloco:

""SÃO PAULO - Roberto Carlos, que celebra 50 anos de carreira, anunciou em São Paulo uma programação comemorativa que vai levá-lo em um ano a 20 cidades do mundo.

O show principal será em 11 de julho, no Maracanã, para 60 mil pessoas - a venda de ingressos será anunciada em breve (clientes do Itaú e Unibanco, patrocinadores, terão prioridade).

A megaturnê começa em sua cidade natal, Cachoeiro do Itapemirim (ES), onde não canta há 14 anos. Será em 19 de abril, seu aniversário, no Estádio do Sumaré. "Vou segurar a emoção, senão vou chorar a cada meia hora", disse ele.

A equipe de Roberto contabilizou os números da megaturnê, que é comparável à de artistas como Madonna, U2 e Stones: 42 mil km serão percorridos, com 70 toneladas de equipamentos, 54 pessoas em 1 avião, 2 ônibus, 60 carros e 40 vans.

Roberto distribuirá 3.456 botões de rosas vermelhas e 864 de brancas.

Ele prometeu um disco de inéditas até o fim do ano e disse que tem canções fresquíssimas em parceria com Erasmo Carlos. "Trabalho muito, presto atenção a tudo que vejo, porque o que vejo pode se tornar uma canção. Eu gosto de tudo que o povo gosta."

Outra novidade será uma mostra multimídia na Oca do Ibirapuera, em janeiro de 2010, com curadoria de Marcello Dantas (realizador da Bossa na Oca, em 2008).

O cantor e seu empresário, Dody Sirena, anunciaram também um segundo disco de parcerias, o Duetos 2.

O repertório do show no Maracanã vai ser uma seleção de todas as fases de sua carreira.

Roberto tem mais de 500 gravações em 56 álbuns. A parceria com Erasmo vai predominar. Ele diz que, antigamente, Erasmo e ele costumavam compor uma canção em um hora. Hoje, levam semanas burilando. "A gente está sempre buscando melhorar."

Aqui alguns dos inúmeros sucessos de Roberto Carlos:



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Diversificando: Documentário: "Cortiça: A floresta numa garrafa..."

(Imagem original daqui)

Sugerido por e.mail de amigo, do site "Cortiça: A escolha (Eco)Lógica" transcrevo, não só com finalidade educativa mas também pelo interesse e relação com a preservação do meio ambiente, que é mais necessária que nunca:

""No dia 22-2-2009 a SIC transmitiu um documentário interessante... O programa da cadeia britânica BBC - Natural World - veio a Portugal descobrir o montado descrevendo-o como um ecossistema fascinante, "um dos últimos locais da Europa onde a economia local convive harmoniosamente com a natureza". Depois de transmitido inicialmente pela BBC no dia 9/12/2008, o canal SIC transmitiu agora para o território nacional.
Veja aqui(abaixo) a versão transmitida em Portugal"":

3/24/09

Buscando no tempo lá pelo Douro: A CHEIA DO RIO DOURO DE 1962.

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Em atenção aos "vareiros" que nos lêm e visitam por esse mundo virtual afora, alguns post's irei trazendo de um outro blogue ("Escritos do Douro") onde se fala do Douro em Portugal, da cidade de Peso da Régua de minha origem e raízes, de sua história e cultura, de personagens que marcam e dão exemplo e de outras coisas mais que não só da "vinha e do vinho do Porto", de Pemba e Moçambique... Para isso estou contando com a gratificante colaboração de um aficionado e morador ilustre da nossa querida cidade capital do Douro - Peso da Régua, o Dr. José Alfredo Almeida*.

Uma bela imagem da grande cheia do rio Douro de 1962 nas principais ruas da cidade de Peso da Régua.

Nela se nota a grandeza e a intensidade desta cheia ao verem-se dois barcos a “navegar” no conhecido “Passeio Alto”, ao fim da rua Custódio José Vieira (também conhecida por Rua das Vareiras) e as águas do rio a inundarem o princípio da Rua da Ferreirinha, com alguns bombeiros da Régua por perto, onde ao centro de destaca um dos nossos grandes quarteleiros, o conhecido e saudoso Zé Pinto, a ajudarem em trabalhos de retirada bens e pessoas das suas casas.

Na nossa cidade, são consideradas cheias grandes as que inundam a Avenida João Franco (que esta à cota a 58 m), implicando uma subida do nível do rio em 13 metros de altura (caudal a 6 000 m3/s).

Na Régua, essa cheia do rio de 1962, a segunda maior do séculoXX, (a maior cheia é de 1909 com um caudal de 16.700 m3/s) atingiu um caudal de 15.700 m3/s (cota 67,7 m), o equivalente a 23 metros de altura para além do nível médio do leito normal.

Da grande aflição, com “horas de angústia” e “horas de terror”, vividas pelos reguenses nessa cheia do rio, temos um emocionante e doloroso relato feito nas páginas do jornal “Vida Por Vida”.

“Ainda não seriam 19 horas do primeiro dia do ano de 1962, quando os nossos bombeiros começaram a ser solicitados para prestarem o seu auxílio a diversas famílias que na nossa zona ribeirinha estavam a ser molestadas pela subida do rio Douro.

Desde essa hora, nunca mais os nossos bombeiros tiveram um minuto de descanso e o auge da tragédia veio a verificar-se perto da noite, pois cada vez mais era superior o número de pedidos, que os nossos briosos Soldados da Paz eram impotentes para poderem atender. Duas vezes e com angústia se ouviu o toque da sirene para alertar toda a população e os trabalhos iam sempre decorrendo debaixo de um temporal e da um preocupação constante.

Os telefonemas sucediam-se para diversos locais a pedir informações sobre os aumentos verificados no caudal do nosso rio e todas as notícias eram o mais assustadoras que se podiam imaginar.

Cônscio da gravidade da situação, eis que o Comando da Corporação delibera pedir a colaboração das Corporações vizinhas (…) surgiram já no meio da manhã do dia 2 de Janeiro e o seu trabalho também não poderá ser esquecido. Vila Real, Lamego e Armamar, nos diversos locais onde trabalharam, deixaram a certeza de que estavam connosco e só havia um fim: salvar as vidas e haveres de tantos reguenses que se encontravam em perigo.

Tão cedo não se apagará da memória de todos nós tão grave tragédia que, felizmente, não teve a registar qualquer perda de vidas. (…) há a realçar a valentia dos infatigáveis bombeiros que, já na noite desse segundo dia, com risco das suas próprias vidas, salvaram diversos homens numa casa na Rua da Alegria, um casal de velhinhos no Salgueiral, e de morte certa, duas famílias no Juncal de Baixo, pois que estas, após terem sido retiradas, viam as suas pobres casas serem arrasadas pela fúria crescente do rio douro”.

Estes são os maus momentos das páginas do nosso rio Douro, que ciclicamente se repetem, mas que de volta às suas margens, que crescem por belos e imponentes socalcos de vinhas, se torna num dos elementos mais belos do espaço cénico da cidade de Peso da Régua.
- Peso da Régua, Março de 2009,
José Alfredo Almeida.*

*Quem é José Alfredo Almeida:
- Data de Nascimento: 04 de Novembro de 1962
- Morada: Peso da Régua.
- 1987 – Licenciatura em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
- Exerce a actividade de Licenciado em Direito, Jurista no Gabinete Técnico Local do Município do Peso da Régua, professor na Escola Secundária do Peso da Régua e na Escola Secundária de Resende, vereador em regime de permanência no Município do Peso da Régua tendo a cargo os Pelouros das Obras Particulares e Urbanismo, Desporto e Juventude, Abastecimento Económico e Assuntos Jurídicos.
Como actividade Cívica é desde 1998 – Presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua; Desde 2005 – Vogal da Direcção da Associação da Região do Douro p/ Apoio a Deficientes; Desde 2006 – Presidente da Direcção da Federação dos Bombeiros do Distrito de Vila Real.

Outros textos sobre os "Bombeiros Voluntários do Peso da Régua" e sua História:

  • O Baptismo do Marçal - Aqui!
  • Um discurso do Dr. Camilo de Araújo Correia - Aqui!
  • Um momento alto da vida do comandante Carlos dos Santos (1959-1990) - Aqui!
  • Os Bombeiros do Peso da Régua e... o seu menino - Aqui!
  • Os Bombeiros da Régua em Coimbra, 1940-50 - Aqui!
  • Os Bombeiros da Velha Guarda do Peso da Régua - Aqui!
  • A Peso da Régua de nossas raízes - Aqui!